Agibank protocolou pedido de oferta pública inicial (IPO) na Bolsa de Nova York

Agibank protocolou pedido para abrir capital na Bolsa de Nova York com apoio de grandes bancos.
14/01/2026 às 21:02 | Atualizado há 3 horas
               
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O Agibank protocolou formalmente um pedido para realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO) na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O documento foi enviado à SEC, órgão regulador dos mercados nos Estados Unidos, e inclui oferta primária e secundária dos papéis sob o código AGBK.

O processo conta com a participação de grandes bancos como Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup, além de instituições brasileiras. O banco informou que os recursos obtidos serão usados para fins corporativos gerais e possíveis aquisições, embora não haja acordos fechados até o momento.

O Agibank protocolou um pedido para uma oferta pública inicial de ações (IPO) na Bolsa de Nova York (NYSE), conforme documento enviado à SEC, órgão regulador do mercado nos Estados Unidos. O banco planeja uma oferta primária e secundária, com os papéis sendo listados sob o código AGBK.

Os coordenadores globais do IPO são Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup, com um sindicato de bancos incluindo também Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander, Société Générale, XP Investimentos e Oppenheimer & Co. O Agibank afirmou que usará os recursos para “propósitos corporativos gerais”, podendo também investir em aquisições, embora não tenha acordos firmados para isso no momento.

Fundado em 1999 por Marciano Testa como Agiplan, o banco tem hoje cerca de 6,4 milhões de clientes ativos, uma carteira de crédito de R$ 34 bilhões e lucro líquido de R$ 875 milhões até setembro de 2025. O retorno sobre patrimônio líquido médio registrado foi de 41%, e o quadro de funcionários chegou a 5.030, contra 4.700 em 2024.

O pedido do Agibank se soma a uma lista crescente de instituições financeiras brasileiras que abriram capital nos EUA, como Nubank, XP, Inter, PagBank e StoneCo. Entre seus principais acionistas estão a Vinci Compass e a Lumina Capital Management, esta última liderada por Daniel Goldberg, ex-presidente do Morgan Stanley no Brasil.

Via Forbes Brasil

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