CVC anuncia troca de CEO: Fábio Mader assume lugar de Fábio Godinho

CVC troca o CEO Godinho por Fábio Mader, novo líder focado em execução e expansão internacional.
15/01/2026 às 21:42 | Atualizado há 6 horas
               
Descrição está incompleta, o trecho "que estava há" está cortado, dificultando entender o contexto total. (Imagem/Reprodução: Braziljournal)

A CVC comunicou a troca no comando executivo, com Fábio Mader substituindo Fábio Godinho no cargo de CEO. A mudança representa um novo momento para a empresa, que agora busca um perfil mais voltado para execução e expansão.

Mader tem quase 15 anos de experiência na CVC, ocupando cargos importantes como diretor de operações e vice-presidente. O novo CEO pretende melhorar a rentabilidade, reduzir a dívida e fortalecer a atuação internacional da companhia.

Atualmente, a CVC mantém uma margem EBITDA próxima de 30% e uma dívida líquida de cerca de R$ 400 milhões. A empresa mira ampliar sua presença, integrando melhor os negócios no Brasil, Argentina e no setor B2B.

A CVC anunciou a substituição no comando executivo, com Fábio Mader assumindo o cargo de CEO, no lugar de Fábio Godinho, que estava há quase três anos à frente da empresa. A mudança reflete um novo ciclo para a companhia, que busca, agora, um perfil mais focado em execução, diferente da fase de reestruturação conduzida por Godinho.

Mader acumulou quase 15 anos em diferentes posições na CVC, como diretor de operações e produtos, além de ter sido country manager na Argentina. Nos últimos quatro anos, atuou como vice-presidente de produtos e revenue manager, responsável por toda a negociação e precificação dos pacotes oferecidos pela empresa. Anteriormente, ocupou cargos na Gol, WebJet e foi CEO do grupo GJP Hotels.

Com proximidade à família Paulus, principal acionista da CVC com 20% do capital, o novo CEO pretende melhorar a rentabilidade, avançar na desalavancagem da empresa e impulsionar a expansão global do setor B2B. A gestão de Mader terá cinco pilares, entre eles a centralidade nas pessoas, a busca por maior eficiência interna e precificação, além da ampliação da atuação internacional das marcas focadas em agências de pequeno e médio porte.

Atualmente, a margem EBITDA da CVC está próxima de 30%, com ambição por melhorias sustentadas. A dívida líquida está em torno de R$ 400 milhões, com planos de redução gradual para diminuir custos financeiros. A integração ampliada dos negócios entre Brasil, Argentina, B2B e B2C também é meta para fortalecer a operação.

A CVC está avaliada em R$ 1,37 bilhão na Bolsa, com ações valorizadas 57% nos últimos 12 meses.

Via Brazil Journal

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.