Ações da CVC (CVCB3) caem mais de 20% após troca no comando da empresa

Ações da CVC despencam mais de 20% após saída do CEO; analistas avaliam impactos da troca no comando.
16/01/2026 às 15:12 | Atualizado há 13 horas
               
Ações da CVC caem forte na B3 após anúncio de troca de CEO nesta sexta-feira. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

As ações da CVC (CVCB3) tiveram uma forte queda na B3 nesta sexta-feira (16), chegando a recuar até 24,81% durante o pregão e fechando com baixa de 13,70%, cotadas a R$ 2,33.

Essa movimentação acompanha a substituição do CEO Fabio Martinelli Godinho, que liderava a empresa desde 2023. O novo presidente é Fabio Mader, com mandato até a próxima reunião do conselho após a Assembleia Geral Ordinária de 2025.

Segundo o banco Citi, a troca é vista como neutra com viés positivo, enquanto o Santander considera o movimento um passo natural na estratégia da CVC. Analistas destacam alinhamento na estratégia e desafios financeiros futuros.

As ações da CVC (CVCB3) sofreram forte queda nesta sexta-feira (16) na B3, chegando a registrar uma baixa de 24,81% durante o pregão, fechando em recuo de 13,70%, cotadas a R$ 2,33 por volta das 14h30 (horário de Brasília). O movimento negativo acompanha o anúncio da substituição do CEO da empresa.

O conselho de administração decidiu destituir Fabio Martinelli Godinho, que havia assumido o cargo em 2023 para conduzir um processo de reestruturação na companhia. A partir de agora, a liderança da CVC passa a ser exercida por Fabio Mader, com mandato até a reunião seguinte do conselho após a Assembleia Geral Ordinária de 2025.

O banco Citi classificou a mudança como uma ação neutra, mas com viés positivo. Segundo os analistas, Godinho foi responsável por iniciativas importantes como oferta de ações e renegociação de dívidas, enquanto Mader deve focar em aspectos técnicos, como produto e precificação, num momento de maior estabilidade para a empresa. Ainda assim, o Citi mantém recomendação neutra para a CVC, apontando o alto nível de endividamento como um fator limitante para valorização dos papéis.

Para o Santander, a troca no comando é um “próximo passo natural” dentro do plano já existente, sem alterações no “rumo” da companhia. Os analistas do banco destacam que Mader está alinhado com a estratégia de crescimento e melhoria da rentabilidade, também buscando um balanço financeiro mais equilibrado.

Via Money Times

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