Mercado Bitcoin adquire corretora do Banco Mercantil no Brasil

Mercado Bitcoin compra corretora do Banco Mercantil e amplia atuação no mercado financeiro brasileiro.
16/01/2026 às 15:13 | Atualizado há 14 horas
               
Aquisição feita antes das novas regras que classificam exchanges como instituições financeiras. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

O Mercado Bitcoin concluiu a compra da corretora CCTVM do Banco Mercantil, operação aprovada pelo Banco Central e aguardando confirmação oficial.

Com a aquisição, o Mercado Bitcoin expande sua atuação para além dos ativos digitais, incluindo títulos, valores mobiliários e câmbio. A base de clientes ultrapassa 4 milhões.

Essa movimentação acontece antes da entrada do novo marco regulatório para ativos virtuais, que vai alinhar as operações de criptoativos às regras do mercado financeiro tradicional.

O Mercado Bitcoin anunciou a compra da Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários (CCTVM) do Banco Mercantil, operação aprovada pelo Banco Central e aguardando publicação oficial.

Com essa aquisição, a empresa amplia sua atuação em áreas reguladas como títulos, valores mobiliários e câmbio, além do mercado de ativos digitais. A base de clientes ultrapassa 4 milhões, que agora terão mais opções e acesso a criptoativos.

Essa movimentação acontece pouco antes da vigência do novo marco regulatório para o mercado de ativos virtuais, que entra em vigor em fevereiro. As regras, definidas pelo Banco Central, exigem que as empresas de cripto estejam autorizadas e sigam padrões rigorosos de governança e controle, aproximando suas operações das instituições financeiras tradicionais.

Esse novo ambiente regula também operações internacionais com criptoativos, alinhando-as às normas do mercado de câmbio.

Roberto Dagnoni, chairman do Mercado Bitcoin, afirmou que a compra fortalece a integração entre o mercado financeiro tradicional e a economia digital, contribuindo para um ecossistema de investimentos mais completo.

Após a aquisição, a CCTVM fará parte das empresas reguladas do grupo, que já inclui instituição de pagamento, administradora de valores mobiliários e plataforma de investimento, todas supervisionadas pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários.

Via InfoMoney

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