O presidente do Conselho Europeu, António Costa, está liderando uma resposta conjunta da União Europeia às tarifas impostas pelos Estados Unidos a oito países europeus. Essas tarifas foram aplicadas para pressionar a Europa diante da intenção americana de anexar a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca.
Costa destacou a importância do respeito ao direito internacional e à integridade territorial dos membros da UE, ressaltando que o crescimento econômico depende da abertura dos mercados e da integração, não de barreiras comerciais. Ele citou também outras tensões globais, como a intervenção russa na Ucrânia, reforçando a necessidade de uma reação firme da UE.
Essa ação mostra o esforço europeu para manter sua unidade e proteger seus membros contra pressões externas, especialmente no que se refere à defesa de territórios estratégicos como a Groenlândia.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, anunciou que está coordenando uma resposta conjunta dos países da União Europeia (UE) diante das taxas impostas por Donald Trump a oito nações europeias. As tarifas dos Estados Unidos foram estabelecidas para pressionar esses países a apoiarem a intenção americana de anexar a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca.
Após a assinatura do acordo de livre comércio entre Mercosul e UE em Assunção, Costa afirmou que a União Europeia defende o respeito ao direito internacional, especialmente sobre territórios dos seus membros. Ele ressaltou que o crescimento econômico exige abertura dos mercados e integração, e não a imposição de taxas ou fechamento de fronteiras.
A posição do presidente reflete um compromisso da UE com a integridade territorial e a soberania dos Estados frente a pressões externas. Costa ainda citou outras situações internacionais, como a intervenção russa na Ucrânia e os conflitos na Venezuela, destacando que a União deve reagir firmemente para proteger direitos humanos e a ordem internacional.
Essa coordenação frente às tarifas de Trump sinaliza o esforço europeu para manter sua unidade e responder a ações que possam afetar seus membros, especialmente na defesa de territórios como a Groenlândia.
Via InfoMoney