O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu um convite do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para participar do Conselho de Paz, criado para buscar soluções no conflito da Faixa de Gaza. Além de Lula, líderes da Argentina e Paraguai também foram convidades.
O Conselho de Paz pretende atuar não só em Gaza, mas também em outras regiões com conflitos, propondo uma governança temporária. O grupo inclui ainda representantes de vários países e personalidades internacionais, como Tony Blair e Marco Rubio, e visa uma alternativa às Nações Unidas.
A iniciativa busca promover estabilidade e pacificação nos territórios afetados, com supervisão internacional. O convite a Lula reforça o papel do Brasil em discussões globais de paz e segurança.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu um convite do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para integrar o chamado Conselho de Paz, criado inicialmente para buscar a resolução do conflito em Gaza. A informação foi confirmada por fontes do governo brasileiro à Reuters e deve ser discutida com Lula em breve.
Além do presidente brasileiro, os líderes da Argentina, Javier Milei, e do Paraguai, Santiago Peña, também foram convidados para participar da iniciativa. Ambos expressaram agradecimento pelas redes sociais X, reforçando o compromisso com a busca por uma paz duradoura e o foco inicial na Faixa de Gaza.
Conforme divulgado pela Associated Press, o Conselho de Paz tem ambições que vão além de Gaza, mirando atuar em outras regiões afetadas por conflitos e, possivelmente, se posicionar como uma alternativa às Nações Unidas.
Na última sexta-feira, a Casa Branca anunciou alguns integrantes do conselho, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio, o enviado especial Steve Witkoff, o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e Jared Kushner, genro de Trump, que lidera o grupo.
Outros países como França, Alemanha, Austrália, Canadá, Egito e Turquia também receberam convite para integrar o conselho, que pretende supervisionar uma governança temporária para a Faixa de Gaza, buscando estabilidade na região.
Via Money Times