Trisul registra queda de 9,7% nas vendas no 4º trimestre de 2025, mas alcança recorde em lançamentos

Trisul tem queda de 9,7% nas vendas no 4T25, mas lançamentos somam recorde de R$ 2,87 bilhões no ano.
20/01/2026 às 09:04 | Atualizado há 3 semanas
               
Trisul registra queda de 9,7% nas vendas líquidas no 4T25 na comparação anual. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

A Trisul divulgou queda de 9,7% nas vendas líquidas no quarto trimestre de 2025, totalizando R$ 673,6 milhões, em comparação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, as vendas somaram R$ 1,65 bilhão, uma redução de 1,4% em relação a 2024.

Apesar da retração nas vendas, a empresa lançou dois empreendimentos no 4T25 com VGV de R$ 930 milhões, um volume superior ao registrado no 4T24. No ano, os lançamentos atingiram um recorde histórico de R$ 2,87 bilhões, impulsionados por projetos como Quarten Ibirapuera e ELEV Butantã.

A Trisul divulgou que suas vendas líquidas no quarto trimestre de 2025 caíram 9,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, somando R$ 673,6 milhões, conforme dados da prévia operacional. No total do ano, as vendas fecharam em R$ 1,65 bilhão, com queda de 1,4% frente a 2024.

Durante os últimos três meses de 2025, a empresa lançou dois novos empreendimentos que juntos somaram um valor geral de vendas (VGV) de R$ 930 milhões, ligeiramente superior ao volume registrado no 4T24, que foi de R$ 924 milhões.

O primeiro projeto é o Quarten Ibirapuera, situado na Vila Clementino, São Paulo, com 192 unidades e um VGV de R$ 668 milhões. O segundo lançamento, o ELEV Butantã, faz parte do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e conta com 735 unidades, totalizando R$ 262 milhões em VGV.

Ao longo de 2025, a Trisul alcançou um recorde histórico, com lançamentos que atingiram R$ 2,87 bilhões em VGV acumulado. No quarto trimestre, a venda sobre oferta (VSO) consolidada foi registrada em 18,4%, abaixo dos 29,6% no mesmo período do ano anterior.

O banco de terrenos da companhia ao final de dezembro chegou a R$ 4,6 bilhões, sendo 43% no segmento de médio e alto padrão (MAP) e 57% no Minha Casa, Minha Vida, incluindo operações on balance e off balance.

Via Money Times

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.