Dexco anuncia venda de 1,2 milhão de metros cúbicos de madeira em pé

Dexco vende 1,2 milhão m³ de madeira em pé, fortalecendo finanças sem afetar produção.
21/01/2026 às 06:23 | Atualizado há 3 semanas
               
Dexco vendeu 1,2 milhão m³ de madeira em pé para grupo do setor, diz fato relevante. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

A Dexco (DXCO3) informou a venda de 1,2 milhão de metros cúbicos de madeira em pé para um grupo do setor florestal, visando a desalavancagem financeira. A operação não compromete o volume reservado para a fabricação de painéis de madeira.

Parte dos ativos foi adquirida pelo uso de terras próprias da empresa, que continuarão sob sua gestão, garantindo continuidade na produção florestal. A movimentação visa equilibrar as finanças e otimizar a operação.

Com essa venda, a Dexco busca maior flexibilidade para futuros investimentos e fortalece sua parceria com investidores, sem prejudicar sua capacidade produtiva no setor florestal.

A Dexco, conhecida pelo código DXCO3, anunciou a venda de 1,2 milhão de metros cúbicos de madeira em pé para um grupo do setor florestal. Esse movimento faz parte da sua estratégia de desalavancagem financeira, aproveitando a maior produtividade das florestas e recentes aquisições. A operação, segundo a empresa, não afeta o volume florestal reservado para a fabricação de painéis de madeira.

A venda foi possível porque parte do ativo florestal adicional foi obtido mediante uso de terras próprias da empresa como forma de pagamento. Essas terras continuarão sob a gestão da Dexco, preservando seu papel na produção florestal pelos próximos anos. Esse formato mantém o controle sobre os recursos naturais e garante estabilidade na cadeia produtiva.

Recentemente, o banco Itaú Unibanco anunciou um aporte de cerca de R$ 200 milhões em uma sociedade de propósito específico criada pela Dexco voltada para o setor florestal. Essa parceria representa um respaldo financeiro significativo para a empresa e reforça seu compromisso com o segmento.

Com essa venda, a Dexco busca equilibrar suas finanças e otimizar sua operação, aproveitando o crescimento sustentável das florestas e fortalecendo relações com investidores, sem comprometer sua capacidade produtiva. A movimentação financeira pode resultar em maior flexibilidade para futuros investimentos e expansão.

Via Money Times

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.