Como a Termolar superou crises financeiras e se reinventou após 60 anos

Conheça a jornada da Termolar para superar dívidas e crises, consolidando-se no mercado de garrafas térmicas.
22/01/2026 às 06:04 | Atualizado há 4 horas
               
Empresa de 67 anos inicia novo ciclo estratégico com liderança de Natalie Ardrizzo. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

A Termolar, fabricante gaúcha de garrafas térmicas, enfrentou diversos desafios nos últimos anos, incluindo pandemia, restrições de crédito e enchentes no Sul do Brasil. Sob a liderança da CEO Natalie Ardrizzo, a empresa passou por um processo de recuperação que exigiu resiliência e gestão estratégica.

Fundada em 1958 por um empreendedor uruguaio e controlada pela família Ardrizzo desde 2012, a Termolar supera dívidas estruturais e limitações financeiras para seguir crescendo. Atualmente, está presente em mais de 30 países e tem faturamento próximo a R$ 350 milhões.

Com planejamento focado no futuro, a empresa saiu da fase de sobrevivência para se consolidar como referência nacional no segmento de conservação térmica, mostrando como a inovação e a gestão eficiente podem transformar desafios em oportunidades.

A fabricante gaúcha de garrafas térmicas, Termolar, enfrentou uma década marcada por crises severas, incluindo pandemia, restrições de crédito, ataques cibernéticos e enchentes no Sul do Brasil. No comando dessa fase desafiadora, a CEO Natalie Ardrizzo, que assumiu em meio à turbulência, descreve-se como uma “CEO das crises”, destacando a necessidade de resiliência para garantir a sobrevivência da companhia.

Fundada em 1958 por um empreendedor uruguaio, a empresa nasceu após a aquisição de uma fábrica de vidro falida no Rio Grande do Sul, focando na produção de garrafas térmicas. A virada societária aconteceu em 2012, quando a família Ardrizzo passou a controlar integralmente o negócio, assumindo uma responsabilidade maior para sustentar a empresa e seus cerca de 700 funcionários.

Ao assumir a área financeira em 2015, Natalie rapidamente passou a liderar a empresa em meio a dívidas estruturais e dificuldades de crédito, situação agravada após o fim das linhas emergenciais da pandemia em 2022. A empresa viveu um ciclo difícil, o que limitava qualquer planejamento de longo prazo.

A partir da estabilização dos resultados operacionais, a Termolar iniciou um processo de planejamento estratégico, superando a mentalidade de apenas sobreviver. Atualmente, com presença em mais de 30 países, a empresa fechou 2025 com faturamento próximo a R$ 350 milhões, consolidando-se como referência nacional no segmento de conservação térmica.

Via InfoMoney

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.