O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos teve crescimento anualizado de 4,4% no terceiro trimestre de 2025, uma leve revisão para cima em relação à previsão inicial de 4,3%. Essa é a maior alta registrada desde o terceiro trimestre de 2023, refletindo avanços nas exportações e no investimento empresarial, além do aumento das importações.
Os gastos dos consumidores continuam sendo a principal força motriz da economia norte-americana, crescendo a 3,5%. Apesar disso, houve uma desaceleração na demanda interna, com as vendas para consumidores domésticos aumentando 2,9%, abaixo da estimativa de 3,0%. A análise detalhada revela que a recuperação econômica está concentrada em famílias de alta renda e grandes corporações.
Enquanto isso, famílias de baixa e média renda enfrentam desafios maiores devido à inflação e ao aumento dos custos. Pequenas empresas também sofrem com a alta nos custos operacionais e a escassez de mão de obra, também impactada por políticas de imigração. Os lucros da produção no período foram revisados para cima, atingindo US$ 175,6 bilhões.
O governo dos Estados Unidos anunciou uma revisão para cima no crescimento da economia no terceiro trimestre de 2025, com o PIB registrando aumento anualizado de 4,4%. Esse é o ritmo mais acelerado desde o terceiro trimestre de 2023, superando a previsão inicial de 4,3% feita por economistas consultados pela Reuters.
Essa revisão levou em consideração atualizações nas exportações e nos investimentos das empresas, além de uma alta nas importações. Os gastos dos consumidores continuaram a ser o principal motor da economia, crescendo a 3,5%, enquanto o déficit comercial foi menor, ajudando a impulsionar o número final do PIB.
Entretanto, uma análise mais detalhada da demanda interna mostrou uma leve desaceleração, com as vendas finais para compradores domésticos aumentando a 2,9%, abaixo da estimativa anterior de 3,0%.
A atividade econômica nos EUA apresentou um padrão conhecido como “forma de K”, no qual famílias de alta renda e grandes corporações suportam a maior parte do crescimento, beneficiadas principalmente pelo mercado de ações em alta e preços imobiliários ainda elevados.
Por outro lado, famílias de baixa e média renda enfrentam dificuldades devido ao aumento dos preços, e as pequenas empresas lutam para manter-se diante dos custos mais altos e da redução da oferta de mão de obra, ligada às políticas de imigração.
Os lucros da produção no período foram revisados para cima, alcançando US$ 175,6 bilhões, um aumento de US$ 9,5 bilhões em relação à estimativa anterior.
Via Forbes Brasil