O Nubank atingiu a marca de 112 milhões de clientes, tornando-se a segunda maior instituição financeira do país, superando o Bradesco. A fintech representa 61% da população adulta brasileira e mantém uma base ativa de 85% dos usuários mensalmente.
Esse crescimento rápido reflete a eficiência do modelo digital adotado, que tem ajudado a ampliar o uso dos serviços financeiros oferecidos. Atualmente, a Caixa Econômica Federal lidera com 158,1 milhões de clientes, enquanto o Nubank continua avançando no mercado.
Além do aumento da base de clientes, o Nubank está buscando uma licença bancária para atender às novas regulamentações, incluindo a possível abertura de agências físicas. A receita média por usuário também registrou alta significativa no último trimestre.
O Banco Central divulgou recentemente seu ranking de reclamações junto com a base de clientes dos bancos, mostrando que o Nubank se tornou a segunda maior instituição financeira do Brasil. A fintech atingiu 112 milhões de clientes, o que representa 61% da população adulta, superando o Bradesco, que possui 110,5 milhões de clientes. A Caixa Econômica Federal permanece na liderança, com 158,1 milhões de clientes.
Nos últimos anos, o Nubank já havia ultrapassado o Itaú, que conta com 100,3 milhões de clientes, e o Banco do Brasil, com 82 milhões. Em 2022, a fintech entrou no top 5 do ranking, registrando o crescimento mais rápido proporcionalmente, subindo uma posição por ano. Na taxa de reclamações do Banco Central, o Nubank está na 14ª colocação.
Esse crescimento reflete o engajamento da base de clientes e a ampliação do uso dos serviços, segundo Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil. O modelo 100% digital adotado pela empresa contribuiu para uma plataforma eficiente e de baixo custo. No entanto, a fintech está buscando uma licença bancária para se adaptar às novas regras, o que pode incluir a abertura de agências físicas.
Atualmente, 85% da base de clientes brasileiros do Nubank permanece ativa mensalmente, e a receita média por usuário atingiu o maior valor da história no terceiro trimestre de 2025.
Via Forbes Brasil