JPMorgan aumenta em 10% salário do CEO Jamie Dimon para US$ 43 milhões em 2025

JPMorgan reajusta salário de Jamie Dimon em 10%, totalizando US$ 43 milhões para 2025. Saiba mais detalhes sobre a remuneração e contexto da decisão.
22/01/2026 às 19:42 | Atualizado há 13 horas
               
Remuneração do executivo cresce após 8 anos de receita recorde e lucro de US$ 57 bi. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

O JPMorgan Chase anunciou que o salário do CEO Jamie Dimon será aumentado em 10,3% para 2025, atingindo US$ 43 milhões. O pacote inclui salário-base de US$ 1,5 milhão e US$ 41,5 milhões em remuneração variável ligada ao desempenho. Esta será a 20ª gestão consecutiva de Dimon no comando do banco.

O conselho ressaltou que a decisão considera o desenvolvimento de líderes internos e o compromisso de Dimon com os acionistas. O banco vem registrando receitas históricas, impulsionadas pela volatilidade do mercado e retomada das fusões. No mesmo dia, Donald Trump processou o banco e Dimon, alegando motivos políticos para encerramento de contas, o que foi negado pelo JPMorgan.

O JPMorgan Chase anunciou um aumento de 10,3% no salário do CEO Jamie Dimon para 2025, totalizando US$ 43 milhões. O pacote inclui um salário-base de US$ 1,5 milhão e US$ 41,5 milhões em remuneração variável vinculada ao desempenho. Esta é a 20ª gestão consecutiva de Dimon no comando da instituição financeira.

O conselho destacou que a decisão levou em conta o desenvolvimento contínuo de líderes dentro do banco e o compromisso de Dimon com os acionistas. No ano anterior, ele recebeu US$ 39 milhões. O JPMorgan segue registrando receitas históricas, impulsionadas, entre outros fatores, pela maior volatilidade nos mercados e a retomada das fusões e aquisições.

Em 2025, o banco registrou um lucro de US$ 57 bilhões, levemente abaixo do recorde do ano anterior. Jamie Dimon é um dos executivos mais longevos de Wall Street e esteve presente no lançamento da nova sede do JPMorgan na Park Avenue.

No mesmo dia do anúncio salarial, o ex-presidente Donald Trump moveu um processo contra o banco e Dimon, pedindo US$ 5 bilhões. A ação alega que o banco encerrou contas suas e de suas empresas por motivos políticos. O JPMorgan negou a acusação, citando riscos legais e regulatórios.

Via InfoMoney

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