O Castelo Ferreira da Cunha, localizado na serra do Rio de Janeiro, impressiona pela arquitetura que lembra castelos medievais portugueses. Fundado em 1951, abriga um acervo com mais de 3 mil peças históricas, entre armaduras, equipamentos de batalha e objetos ligados à Europa medieval e ao Brasil imperial.
O espaço está fechado para reformas e deve reabrir em 2027 como um centro cultural, oferecendo atividades como exposições, eventos culturais, restaurante e loja temática. A iniciativa é resultado de uma parceria com o Megadiverso Instituto Cultural.
Além do acervo, o local inclui uma biblioteca com mais de 4 mil livros dos séculos 18 e 19. A transformação do museu ampliará o acesso público e privado, promovendo a cultura na região serrana do Rio.
Localizado na serra do Rio de Janeiro, o castelo Ferreira da Cunha chama atenção pela arquitetura que reproduz um castelo medieval português. Construído a partir de 1951, o Museu Histórico Ferreira da Cunha (MHFC) permanece fechado para reformas, com retorno planejado para 2027, ano em que o museu completará 70 anos.
O museu histórico Ferreira da Cunha fica às margens da Rodovia Washington Luiz (BR-040), principal estrada para Petrópolis, a cerca de uma hora do centro do Rio. A administração firmou parceria com o Megadiverso Instituto Cultural para transformar o local em um complexo cultural, com programação regular e serviços como restaurante, café e loja temática.
O acervo do MHFC abriga mais de 3 mil peças tombadas pelo Iphan, incluindo armaduras, equipamentos de batalha, insígnias militares, itens ligados à Europa medieval e ao Brasil imperial. Entre os destaques estão carros cozinha da Primeira Guerra, capacetes da Guarda Imperial de D. Pedro I e armaduras medievais e japonesas.
Além das coleções, o museu conta com uma biblioteca com mais de 4 mil livros dos séculos 18 e 19. A reestruturação permitirá realização de eventos para o público e privados, como feiras, apresentações musicais e ativações culturais, ampliando o alcance do espaço.
Fundado pelo médico e museólogo Sérgio Ferreira da Cunha, descendente do Conde de Cunha, o MHFC preserva uma narrativa histórica que combina passado europeu e brasileiro.
Via Money Times