O presidente Donald Trump anunciou um acordo entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia que garante acesso total e permanente dos EUA à Groenlândia. O pacto atualiza um tratado militar de 1951 e mantém a soberania da ilha. O governo dinamarquês reforçou que a integridade territorial da Groenlândia é respeitada.
Após recuar das ameaças de tarifas e ocupação da ilha, Trump avançou nas negociações, enquanto a Otan solicitou que os aliados intensifiquem esforços na segurança do Ártico, especialmente diante dos riscos da Rússia e da China. O foco inclui a restrição de investimentos desses países na Groenlândia.
O acordo gerou reações positivas nos mercados, mas também levantou questionamentos sobre as relações comerciais entre EUA e Europa. As negociações devem avançar até 2026 para definir as medidas de segurança adicionais na região.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um acordo para garantir aos EUA acesso total e permanente à Groenlândia, conforme notícias recentes. O pacto foi firmado com a Dinamarca e a Groenlândia, apesar da soberania da ilha não estar em discussão, conforme afirmado pelo governo dinamarquês.
Este avanço acontece após Trump recuar das ameaças de tarifas contra a Europa e da ideia de tomar a Groenlândia à força, o que havia tensionado as relações transatlânticas. A Otan pediu aos aliados que reforcem o compromisso com a segurança do Ártico, especialmente para conter as ameaças da Rússia e da China na região.
Embora os detalhes do acordo ainda não estejam claros, foi confirmado que as negociações atualizarão um tratado militar de 1951, que permite aos EUA manter bases e mobilidade na Groenlândia. O primeiro-ministro groenlandês ressaltou que a soberania da ilha é uma linha vermelha e que quaisquer parcerias devem respeitar a integridade territorial.
O secretário-geral da Otan mencionou que os comandantes devem elaborar rapidamente os requisitos de segurança adicionais para a área do Ártico, com expectativas de avanços ainda em 2026. O foco nas negociações inclui a proibição de investimentos russos e chineses na Groenlândia, alinhando interesses estratégicos dos aliados.
Este movimento gerou reação positiva nos mercados, mas também deixou dúvidas sobre o impacto nas relações comerciais entre os EUA e a Europa após o episódio recente de tensões diplomáticas.
Via Forbes Brasil