O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou que já ressarciu 67% dos credores do Banco Master, totalizando cerca de R$26 bilhões pagos desde 19 de janeiro. O sistema processa cerca de 2,8 mil pedidos por hora, e o órgão segue monitorando e ajustando os processos para agilizar os pagamentos.
Algumas verificações adicionais são feitas para evitar fraudes, o que pode prolongar o prazo de liberação para certos credores. O Banco Master está em liquidação extrajudicial desde novembro, após intervenção do Banco Central e investigações que resultaram na prisão do proprietário, Daniel Vorcaro.
O FGC também acompanha a liberação de garantias do Will Bank, estimadas em R$6,3 bilhões, que ocorrerá após a consolidação da base de credores. Essas ações visam garantir os direitos e ressarcimentos aos clientes afetados.
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou que já ressarciu 521 mil credores do Banco Master, o que equivale a 67,29% do total. Até as 17h50 desta sexta-feira, foram pagos R$26 bilhões em garantias, representando 66,43% do montante total a ser reembolsado. Os pagamentos começaram em 19 de janeiro e o sistema processa cerca de 2,8 mil pedidos por hora.
Segundo o FGC, as equipes continuam monitorando e ajustando os sistemas para acelerar os pagamentos. No entanto, por medidas de segurança e prevenção a fraudes, alguns processos podem passar por verificações adicionais, o que pode estender o prazo de liberação individual.
Sobre o Will Bank, o órgão estima R$6,3 bilhões em garantias a serem pagos. A liberação ocorrerá após a consolidação da base de credores pelo liquidante com apoio do FGC.
O Banco Master está em liquidação extrajudicial desde 18 de novembro, quando o Banco Central decretou a medida. No mesmo dia, o proprietário Daniel Vorcaro foi preso pela Polícia Federal em uma operação que investiga suspeitas de fraudes bilionárias, mas atualmente ele cumpre medidas cautelares após ser solto.
Vorcaro afirmou em depoimento que a Diretoria de Fiscalização do Banco Central recomendou a venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB), negando envolvimento em facilitação política ou fraudes.
Via Money Times