Uma ação coletiva internacional reúne brasileiros para acusar a Meta, dona do WhatsApp, de acessar mensagens que deveriam ser protegidas pela criptografia ponta a ponta. O processo alega que a empresa armazenou e analisou conversas confidenciais, contrariando as garantias de segurança oferecidas pelo aplicativo.
A Meta nega as acusações, afirmando que o WhatsApp mantém criptografia forte que só permite leitura das mensagens pelo remetente e destinatário. O caso foi apresentado em tribunal dos EUA e envolve usuários de vários países, incluindo Brasil, Índia e México.
O processo levanta dúvidas sobre o real nível de proteção das mensagens e a transparência das grandes empresas quanto ao uso dos dados pessoais. O desfecho pode impactar bilhões de usuários globalmente e abrir precedentes no debate sobre privacidade digital.
Uma ação coletiva internacional, com participação de brasileiros, acusa a Meta de violar a privacidade dos usuários do WhatsApp ao acessar conversas que deveriam ser protegidas pela criptografia de ponta a ponta. Segundo o processo, a empresa teria armazenado, analisado e acessado mensagens consideradas privadas, contrariando as promessas feitas sobre segurança.
A Meta, dona do aplicativo, nega as acusações, classificando a ação como infundada e afirmando que o WhatsApp usa criptografia ponta a ponta pelo protocolo Signal há uma década. Um porta-voz da empresa afirmou que as mensagens só podem ser lidas pelo remetente e destinatário, e que o processo não tem base concreta.
O processo foi apresentado no Tribunal Distrital dos EUA, em San Francisco, e envolve demandantes de países como Austrália, Brasil, Índia, México e África do Sul. Os autores destacam denúncias internas para embasar o caso, alegando que funcionários da Meta podem ter acesso às comunicações criptografadas.
Os advogados responsáveis pedem que o tribunal reconheça a ação como coletiva. A Meta indicou a intenção de buscar sanções contra os responsáveis pelo processo e mantém a defesa da integridade da criptografia oferecida no WhatsApp.
O caso levanta questionamentos sobre o nível de proteção real das mensagens no aplicativo e sobre a transparência das grandes empresas de tecnologia em relação a dados pessoais. Fique atento a novidades sobre esse debate que pode afetar bilhões de usuários globalmente.
Via Folha de S.Paulo