Uma ação coletiva que envolve usuários do Brasil acusa o WhatsApp, empresa da Meta, de violar a privacidade dos usuários ao acessar mensagens protegidas por criptografia de ponta a ponta. O processo foi apresentado no Tribunal Distrital dos EUA, em San Francisco, e questiona as declarações da empresa sobre a segurança das conversas.
Os autores da ação afirmam que a Meta armazena, analisa e pode acessar as comunicações dos usuários, contrariando a promessa de que somente remetentes e destinatários teriam acesso às mensagens. O grupo inclui representantes de vários países e traz denúncias sobre práticas internas da empresa.
Essa ação coloca em discussão a confiabilidade dos aplicativos de mensagens em proteger a privacidade e levanta questões sobre o direito dos usuários à proteção de seus dados pessoais e à transparência das grandes empresas de tecnologia.
Uma ação coletiva envolvendo usuários brasileiros acusa a WhatsApp, parte da Meta, de violar a privacidade ao acessar mensagens protegidas pela criptografia de ponta a ponta. O processo, apresentado no Tribunal Distrital dos EUA em San Francisco, questiona declarações da empresa sobre a segurança e confidencialidade das conversas.
Os demandantes afirmam que a Meta armazena, analisa e pode acessar as comunicações dos usuários, contrariando a promessa de que só remetentes e destinatários teriam acesso às mensagens. A criptografia usada, baseada no protocolo Signal, é destacada pela empresa como padrão há mais de uma década.
Um porta-voz da Meta classificou a acusação como “frívola” e defendeu a integridade da criptografia, afirmando que as alegações “são categoricamente falsas e absurdas”. A empresa também avisou que buscará punições contra os responsáveis pelo processo.
O grupo inclui representantes da Austrália, Brasil, Índia, México e África do Sul, e cita a participação de denunciantes que teriam exposto práticas internas de acesso aos conteúdos no WhatsApp. Os advogados tentam consolidar a ação como uma coletânea, aumentando o alcance das acusações em âmbito global.
Essa disputa coloca em xeque a segurança prometida em aplicativos de mensagens e levanta questionamentos sobre os direitos dos usuários em relação à proteção dos dados pessoais e a transparência das grandes empresas de tecnologia.
Via Folha de S.Paulo