Boletim Focus revisa para baixo a inflação em 2026 e projeta alta do dólar até 2029

Boletim Focus indica queda da inflação em 2026 e aumento na projeção do dólar até 2029.
26/01/2026 às 08:42 | Atualizado há 4 horas
               
Projeção do IPCA 2026 cai pela 3ª semana seguida, alcançando 4,00%. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

O Boletim Focus divulgado em 26 de janeiro aponta nova queda na projeção da inflação para 2026, ajustada para 4,00%, marcando a terceira redução consecutiva. As expectativas para o IPCA de 2027 a 2029 permanecem estáveis, entre 3,50% e 3,80%.

A previsão para o crescimento do PIB se mantém em 1,8% para 2026 e 2027, com leve aumento para 2,0% em 2028 e 2029. Por outro lado, o dólar projeta alta, subindo de R$ 5,50 em 2026 para R$ 5,58 em 2029. A taxa Selic deve cair gradualmente nos próximos anos, partindo de 12,25% em 2026.

O Boletim Focus publicado nesta segunda-feira (26) aponta queda na projeção da inflação para 2026, ajustada para 4,00%, a terceira redução consecutiva. Essa mudança indica expectativa de desaceleração no ritmo de preços para o próximo ano. A projeção para o IPCA em anos seguintes se mantém estável, com 3,80% para 2027 e 3,50% para 2028 e 2029.

Já o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve a mediana para 2026 revisada para baixo, fixada em 3,87%, na primeira queda em uma semana. Para os anos posteriores, as expectativas se mostram mais estáveis, enquanto os preços administrados dentro do IPCA tiveram leve alta na previsão para 2026, agora em 3,76%.

Em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), o mercado mantém a estimativa de 1,8% para 2026 pela sétima semana seguida, assim como para 2027. A previsão para 2028 e 2029 segue em 2,0%, tanto na mediana quanto na estabilidade temporal.

O dólar continua projetado em R$ 5,50 para 2026, sem alterações recentes, mas as estimativas para os anos seguintes apontam uma tendência de alta, chegando a R$ 5,58 em 2029. A taxa básica de juros, a Selic, deve se manter em 12,25% ao ano em 2026, com queda gradual prevista nos anos seguintes, chegando a 9,50% em 2029.

Esses números refletem o atual cenário econômico brasileiro, indicando ajustes nas expectativas de inflação, estabilidade no crescimento e oscilações no câmbio e juros para o médio e longo prazo.

Via InfoMoney

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.