Israel anunciou a reabertura da passagem de Rafah entre Gaza e Egito, fundamental para o retorno dos palestinos que deixaram a região durante a guerra. A medida também permitirá a saída para tratamento médico de mais de 18 mil pessoas, conforme a Organização Mundial da Saúde.
A reabertura ocorrerá após a entrega dos restos mortais do último captivo israelense, um requisito para a retomada do trânsito. A passagem havia sido praticamente fechada desde que Israel tomou controle total da fronteira em maio de 2024, dificultando o acesso de civis e ajuda humanitária.
Essa decisão envolve desafios, como o retorno a um território destruído por anos de conflito. Apesar da reabertura para civis, o governo israelense mantém restrições à entrada de jornalistas internacionais, evidenciando a complexidade da situação e as incertezas sobre o futuro do acordo de paz.
Israel anunciou que vai reabrir, em poucos dias, a fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito pela passagem de Rafah, permitindo que palestinos que deixaram o enclave durante a guerra possam retornar. A medida, parte do acordo de cessar-fogo firmado em 2025, visa também facilitar a saída para tratamento médico de mais de 18 mil pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde.
A reabertura ocorrerá após a entrega dos restos mortais do último captivo israelense, o sargento Ran Gvili, identificado após meses de buscas em Gaza. A devolução dos corpos era condição exigida por Israel para a retomada do trânsito pela passagem.
A passagem de Rafah, na fronteira com o Egito, é crucial para o deslocamento de civis e ajuda humanitária, além de ser monitorada com rígida triagem por Israel e Egito. Desde que Israel assumiu o controle total da fronteira em maio de 2024, a passagem ficou praticamente fechada, limitando o acesso para tratamento médico externo e dificultando o retorno dos refugiados.
Mais de 100 mil palestinos já saíram da Faixa desde o início do conflito, mas a decisão agora coloca frente a frente o desafio sobre o retorno, principalmente porque grande parte do território permanece em ruínas após anos de bombardeios.
Enquanto isso, o governo israelense mantém restrições à entrada de jornalistas internacionais em Gaza, citando questões de segurança, mesmo com a passagem de Rafah reabrindo para civis e trabalhadores humanitários.
Esses movimentos indicam uma mudança importante na dinâmica da região, mas o futuro do acordo de paz e os próximos passos para estabilização do território ainda permanecem incertos.
Via InfoMoney