Review de Code Vein II: boas ideias, mas falhas técnicas persistem

Code Vein II traz customização e desafio, mas sofre com falhas técnicas e mundo pouco atraente.
26/01/2026 às 20:22 | Atualizado há 12 horas
               
Sequência com boas ideias, mas sofrendo com problemas de execução. (Imagem/Reprodução: Tecmundo)

Code Vein II, lançado para PC, PS5 e Xbox Series, tenta aprimorar o gênero soulslike com mecânicas novas e builds diversificadas. A narrativa simples serve para sustentar as mecânicas, como viagens no tempo, mas não é o foco principal.

O jogo apresenta ampla personalização de armas, habilidades e equipamentos, permitindo estilo flexível de jogo. Porém, a jogabilidade tem problemas de fluidez e colisões imprecisas, além de performance instável com quedas de frames e bugs visuais que afetam a imersão.

O mundo aberto é extenso, mas vazio e pouco atraente para exploração. Code Vein II agrada fãs do gênero por seu desafio e customização, mas limitações técnicas e no design comprometem a experiência geral.

O Code Vein II, lançado em 29 de janeiro para PC, PS5 e Xbox Series, tenta avançar no gênero soulslike incorporando o que funcionou no primeiro jogo da Bandai Namco e buscando corrigir falhas. A narrativa se passa cem anos após os eventos anteriores, com um enredo simples que serve mais para sustentar mecânicas como viagens no tempo do que como foco principal.

Este título mantém a característica da série em oferecer uma variedade de builds e personalizações bastante ampla. Armas, habilidades e equipamentos especiais formam uma combinação que permite flexibilidade para diferentes estilos de jogo. A reformulação do sistema de habilidades, agora diretamente vinculadas às armas, amplia ainda mais essas opções.

Apesar disso, a jogabilidade apresenta problemas de fluidez e imprecisão nas colisões dos ataques, além de um tempo elevado de recuperação após ações básicas, o que pode frustrar jogadores. O desafio permanece elevado, especialmente nos combates contra chefes, e o sistema de companheiros controlados pela IA ajuda no suporte.

Um ponto negativo forte está na performance, mesmo no modo performance do PS5. O jogo sofre com quedas de frames e bugs visuais como o pop-in excessivo, o que prejudica a imersão e a experiência durante confrontos intensos. O world design também deixa a desejar, com um mundo aberto extenso, porém vazio e pouco estimulante para exploração.

Em resumo, Code Vein II oferece uma boa gama de personalizações e personagens com histórias interessantes, mas suas falhas técnicas e de level design limitam o potencial do título. A experiência pode agradar principalmente fãs da franquia ou do gênero soulslike que buscam desafios e personalização.

Via TecMundo

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.