A Samsung anunciou um lucro operacional 200% maior no quarto trimestre de 2025 em comparação ao ano anterior, alcançando receita de R$ 340 bilhões. O destaque foi a divisão de chips, que gerou mais de 80% do lucro, impulsionada pelo aumento na demanda por memórias HBM para data centers e aplicações de IA.
Em contrapartida, a área de smartphones caiu 47%, com perspectivas de baixa para o início de 2026. Para reverter o cenário, a Samsung pretende lançar celulares com recursos de inteligência artificial avançados, como o Galaxy S26 previsto para fevereiro.
Os resultados mostram o foco da empresa na inteligência artificial para sustentar o crescimento e ajustar sua cadeia produtiva diante dos custos elevados dos componentes.
A Samsung anunciou resultados financeiros impressionantes para o quarto trimestre de 2025, com um lucro operacional que atingiu 200% acima do registrado no ano passado. A empresa alcançou uma receita de 93,8 trilhões de won (R$ 340 bilhões), superando as expectativas do mercado, que previa 93,3 trilhões de won. O lucro operacional foi de 20 trilhões de won (R$ 72 bilhões), também acima do esperado.
A alta significativa se deve principalmente à divisão de chips, que representou mais de 80% do lucro total da Samsung. O setor gerou 44 trilhões de won em receita, com um lucro operacional de 16,4 trilhões de won (R$ 58 bilhões), mais que o dobro do resultado obtido no mesmo período do ano anterior. O aumento nos preços das memórias para data centers impulsionou esses números expressivos, especialmente com a maior demanda por memórias HBM para aplicações de computação avançada.
Por outro lado, a área de smartphones registrou uma queda de 47% em relação ao trimestre anterior, com perspectivas de demanda baixa para o início de 2026. A Samsung pretende reforçar essa divisão ao incluir IA Agênticas nos futuros Galaxy S26, que têm previsão de lançamento para o final de fevereiro.
Os resultados da Samsung refletem claramente a aposta da empresa na inteligência artificial para manter o crescimento e ajustar a cadeia de suprimentos diante dos custos elevados dos componentes.
Via TecMundo