Meta e Google enfrentarão julgamento na Califórnia por danos à saúde mental de adolescentes causados por suas plataformas. O processo começou esta semana e questiona o papel das redes sociais no vício entre jovens.
Uma jovem de 19 anos acusa as empresas de contribuir para sua depressão e pensamentos suicidas durante a adolescência. A ação busca responsabilizar as marcas pelo design que teria incentivado o vício.
Este é o primeiro julgamento significativo do tipo nos EUA, podendo abrir precedentes legais importantes. As empresas negam responsabilidade e destacam diferenças entre seus serviços, enquanto o veredito pode impactar futuras ações semelhantes.
Meta e Google enfrentarão um julgamento no Tribunal Superior da Califórnia por supostos danos à saúde mental de adolescentes causados por suas plataformas. O processo começa esta semana e questiona o papel das redes sociais no vício em redes sociais entre jovens.
O caso envolve K.G.M., jovem de 19 anos que acusa as empresas de terem contribuído para sua depressão e pensamentos suicidas durante sua adolescência. Ela busca responsabilizar as plataformas pelo design que teria favorecido o vício.
Este é o primeiro julgamento significativo desse tipo, abrindo caminho para diversas ações semelhantes contra grandes empresas de tecnologia. A lei federal dos EUA isenta plataformas de responsabilidade pelo conteúdo gerado pelos usuários, argumento usado por Meta e Google em sua defesa.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, deve testemunhar durante o processo, no qual a Meta nega que seus produtos tenham causado os danos alegados. O Google, por sua vez, afirma que o YouTube funciona de forma diferente de redes sociais como Instagram e TikTok.
TikTok e Snapchat, inicialmente incluídos, saíram da ação após acordos extrajudiciais. A decisão do julgamento pode abrir precedentes, modificando a proteção legal das plataformas e influenciando o tratamento judicial do vício em redes sociais.
O veredito deve analisar se as empresas agiram de forma negligente e o impacto dos aplicativos na saúde mental da jovem, considerando também fatores externos à plataforma.
Via g1 Tecnologia