A Coterra Energy e Devon Energy estão em fase avançada de negociação para uma fusão que pode ser uma das maiores dos últimos anos no setor de petróleo e gás nos Estados Unidos. A nova empresa teria valor de mercado estimado em US$ 57 bilhões.
A operação ainda não tem cronograma definido e pode ser alterada ou cancelada. Ambas as empresas concentram suas operações na Bacia do Permiano, região com alta produção de petróleo, o que ampliaria a escala e a competitividade.
Esse acordo sinaliza uma possível nova fase de consolidações no setor de shale após um período de pouca atividade. A movimentação gerou valorização das ações das duas companhias e pode impactar o mercado energético nos EUA.
A combinação de negócios entre a Coterra Energy e a Devon Energy está em fase avançada de negociação, de acordo com fontes próximas ao assunto. A transação pode se tornar uma das maiores do setor de petróleo e gás nos últimos anos, aumentando a competitividade das empresas no mercado.
Por enquanto, o cronograma da operação ainda não foi finalizado e as conversas podem sofrer alterações ou até mesmo não avançar. Caso o acordo seja concretizado, a nova empresa teria um valor de mercado estimado em cerca de US$ 57 bilhões, com base nas cotações atuais das ações.
As duas companhias concentram a maior parte de seus ativos na Bacia do Permiano, principal região produtora de petróleo dos Estados Unidos. A fusão ampliaria a escala operacional, ajudando a enfrentar um ambiente de preços mais baixos para o petróleo, que tem pressionado o setor.
Em reação às notícias, as ações da Coterra subiram 1,9%, chegando a US$ 28,33, o que atribui à companhia uma capitalização de mercado de cerca de US$ 21,6 bilhões. As ações da Devon também avançaram 1,9%, para US$ 40,60, avaliando a empresa em aproximadamente US$ 25,5 bilhões.
Essa operação seria a maior consolidação da indústria de shale nos EUA desde a aquisição da Endeavor Energy Resources pela Diamondback em fevereiro de 2024, que envolveu cerca de US$ 26 bilhões. A movimentação pode sinalizar uma nova fase de fusões depois de dois anos com pouca atividade no setor.
Via InvestNews