Suécia planeja proibir uso de celulares em escolas de ensino fundamental e médio

Suécia propõe proibir celulares em escolas até 2026 para melhorar foco e saúde mental dos alunos.
29/01/2026 às 16:21 | Atualizado há 6 dias
               
Proposta quer diminuir uso de telas, pedindo que alunos deixem aparelhos na escola. (Imagem/Reprodução: G1)

O governo sueco anunciou uma proposta para banir o uso de celulares em escolas de ensino fundamental e médio. Os estudantes terão que entregar os aparelhos pela manhã e só poderão pegá-los no fim do dia. A medida visa limitar o uso excessivo de dispositivos digitais entre crianças e adolescentes para melhorar a atenção nas aulas.

A proibição pode ser implementada a partir de agosto de 2026, se aprovada pelo Parlamento. Centros de cuidados extracurriculares também seguirão a regra, que já é parcialmente adotada por 80% das escolas do país. A ministra da Educação destaca que a iniciativa auxiliará na saúde mental e no controle do tempo de tela dos alunos.

Estudos indicam que estudantes suecos se distraem mais com dispositivos do que a média dos países da OCDE. A nova regra busca reduzir essas distrações, melhorar o foco dos alunos e favorecer um ambiente escolar mais produtivo e saudável.

O governo da Suécia anunciou que pretende implementar uma proibição de celulares nas escolas de ensino fundamental e médio. A proposta determina que estudantes com até 15 ou 16 anos entreguem seus aparelhos pela manhã e só os recuperem no fim do dia letivo. A medida está alinhada com esforços globais para limitar o uso excessivo de dispositivos digitais por crianças e adolescentes.

A proibição entrará em vigor em agosto de 2026, caso seja aprovada pelo Parlamento sueco. Além das escolas, centros de cuidados extracurriculares também seguirão a regra. Atualmente, cerca de 80% das instituições do país já restringem o uso de celulares em sala, mas a nova norma visa garantir uma aplicação uniforme em todo o território nacional.

Segundo o comunicado oficial, “estudos demonstram que alunos suecos se distraem mais com dispositivos digitais do que a média dos estudantes da OCDE.” A ministra da Educação, Simona Mohamsson, ressaltou que a iniciativa busca reduzir intercorrências e melhorar a atenção durante as aulas, além de promover saúde mental mais equilibrada.

Ela também apontou que a proibição poderá auxiliar famílias a controlar o tempo que os filhos dedicam às telas fora da escola. Dados indicam que estudantes do ensino médio passam quase sete horas diárias em frente a diversas telas, sem contar o uso dentro das aulas, o que reforça a importância da regra para recuperação do foco.

Via G1 Tecnologia

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