Influenciadores digitais criados por inteligência artificial estão conquistando cada vez mais espaço nas redes sociais. Esses personagens virtuais ajudam marcas a atingir o público com menor risco reputacional e maior escala de produção de conteúdo.
O mercado global desses influenciadores deve crescer de US$ 8 bilhões para US$ 50 bilhões até 2030. No Brasil, exemplos como a Lu, mascote virtual da Magalu, comprovam o potencial desse segmento, que conta também com avatares para celebridades.
Além de reduzir custos e acelerar a criação de conteúdo, esses influenciadores oferecem novas formas de interação com o público. Especialistas reforçam que o interesse cresce, especialmente por personagens menos hiper-realistas para manter a credibilidade.
Personagens digitais gerados por inteligência artificial têm ganhado espaço nas redes sociais e no marketing digital. O mercado global desses influenciadores criados com IA deve alcançar cerca de US$ 50 bilhões (R$ 266 bilhões) até 2030, um crescimento significativo em relação aos US$ 8 bilhões estimados atualmente.
Um exemplo famoso é a Lu, mascote virtual da varejista Magalu, que possui mais de 8 milhões de seguidores no Instagram e ultrapassa 30 milhões em todas as plataformas. O sucesso da Lu evidencia a potencialidade desse segmento. Outro destaque mundial é Lil Miquela, personagem norte-americana com contratos com marcas como BMW e Prada.
A evolução da tecnologia permite criar esses influenciadores com menos recursos e equipes menores, aumentando a velocidade na produção de conteúdo. Na China, influenciadores virtuais já geraram vendas milionárias em plataformas de comércio eletrônico, impulsionando um crescimento projetado em 35% até 2030.
Empresas brasileiras também investem nesse mercado, como a FlyMedia, startup que foca na criação de influenciadores digitais por IA. A motivação principal das marcas está no menor risco reputacional e na possibilidade de aumentar a produção, já que esses personagens não enfrentam limitações humanas.
Celebridades como Sabrina Sato têm adotado avatares virtuais para ampliar sua presença digital. A empresa Biobots desenvolve personagens para personalidades públicas, que agora podem interagir e atender o público com “cérebros digitais”.
Especialistas destacam que o público está mais aberto a essas figuras, porém com preferência por estilos menos hiper-realistas para evitar problemas de credibilidade.
Via