O Partido dos Trabalhadores (PT) convocou sua base para uma mobilização intensa visando a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. A legenda também quer ampliar suas bancadas na Câmara e no Senado, fortalecendo o apoio parlamentar ao governo.
A resolução do PT destaca a importância desse pleito como fundamental para consolidar a democracia e combater o bolsonarismo, além de fortalecer um projeto político comprometido com a redução das desigualdades e o desenvolvimento sustentável do país.
Lideranças do partido, incluindo a ministra Gleisi Hoffmann, sinalizam participação estratégica nas eleições para garantir uma base sólida no Congresso. O PT reforça que a eleição será uma grande batalha política para o país reafirmar seu compromisso com a justiça social.
O Partido dos Trabalhadores (PT) pediu mobilização de sua base para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de ampliar sua presença no Congresso e conquistar governadores. A Executiva Nacional do PT classificou o pleito de 2026 como um momento “histórico” e destacou que a reeleição de Lula é essencial para “consolidar a democracia” e combater o bolsonarismo, definido como uma vertente do fascismo no Brasil.
O documento reforça a importância de eleger uma maioria parlamentar na Câmara e no Senado que apoie o projeto político iniciado no governo atual, orientado para reduzir desigualdades e buscar um desenvolvimento nacional sustentável e soberano. A legenda ressalta que a eleição será a “grande batalha política de 2026” e que o país deve reafirmar seu compromisso com a democracia e a justiça social.
Na véspera, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também falou sobre esse “momento histórico” e ressaltou a necessidade de que chefs do partido, como o ministro da Fazenda Fernando Haddad, estejam na disputa eleitoral, ainda que ele resista aos apelos. A ministra mudou seus próprios planos para concorrer ao Senado, realinhando-se ao chamado do partido.
O PT não exige formalmente que lideranças sejam candidatas, porém evidencia que essa participação é estratégica para construir uma base parlamentar ampla e garantir o avanço do projeto político alinhado ao governo Lula, enfrentando o bolsonarismo e fortalecendo a democracia.
Via Money Times