Mark Zuckerberg viu sua fortuna crescer mais de US$ 22 bilhões em um único dia, graças à alta das ações da Meta. Esse avanço elevou seu patrimônio para US$ 251,7 bilhões, superando Jeff Bezos e conquistando o quarto lugar entre as pessoas mais ricas do mundo.
O salto nas ações da Meta ocorreu após divulgação de resultados financeiros acima do esperado, com receita de US$ 59,8 bilhões e lucro por ação de US$ 8,88. A empresa também anunciou grandes investimentos futuros, focados em inteligência artificial.
Enquanto a Meta avança, outras gigantes como Tesla e Microsoft enfrentam quedas. Essa mudança no ranking dos bilionários reflete o impacto direto do desempenho das ações no valor de mercado dos maiores empresários.
A fortuna de Mark Zuckerberg teve um salto de mais de US$ 22 bilhões (R$ 116,6 bilhões) em um único dia, posicionando-o como a quarta pessoa mais rica do mundo. O crescimento aconteceu devido à valorização das ações da Meta, que superaram as expectativas de receita trimestral de Wall Street, aumentando mais de 8% em um pregão recente.
Na divulgação financeira do último trimestre, a Meta reportou receita de US$ 59,8 bilhões (R$ 316,94 bilhões) e lucro por ação de US$ 8,88 (R$ 47,06), números acima da previsão média dos analistas, que estimavam US$ 51,2 bilhões (R$ 271,36 bilhões) de receita e um lucro de US$ 8,21 (R$ 43,51) por ação. O avanço anual foi de 24% na receita e 11% no lucro por ação.
A empresa também anunciou um aumento significativo nas projeções de investimento para 2026, com planos de aplicar entre US$ 115 bilhões (R$ 609,5 bilhões) e US$ 135 bilhões (R$ 715,5 bilhões), com foco no desenvolvimento de produtos relacionados à inteligência artificial.
Com tais resultados, o patrimônio de Zuckerberg subiu para US$ 251,7 bilhões (R$ 1,33 trilhão), ultrapassando Jeff Bezos, que possui US$ 249,7 bilhões, segundo a lista real-time da Forbes. No topo do ranking está Elon Musk com US$ 766,1 bilhões, seguido pelos fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin.
Enquanto a Meta avança, outras gigantes enfrentam dificuldades: as ações da Tesla caíram após a primeira queda anual de receita, e a Microsoft teve recuo na bolsa pelo crescimento desacelerado da sua unidade de nuvem.
Via Forbes Brasil