Gianni Infantino detalha uso de inteligência artificial na Copa do Mundo de 2026

Descubra como a inteligência artificial vai transformar a Copa do Mundo 2026 nos EUA, México e Canadá, segundo Gianni Infantino.
31/01/2026 às 06:01 | Atualizado há 4 horas
               
Descrição clara e informativa, destaca a presença do presidente da FIFA e o uso da IA na Copa 2026. (Imagem/Reprodução: Forbes)

A Copa do Mundo de 2026 será a primeira a integrar inteligência artificial de forma ampla, segundo o presidente da FIFA, Gianni Infantino. A competição, que ocorrerá nos EUA, México e Canadá, reunirá 48 seleções e adotará tecnologias avançadas para melhorar o desempenho e a arbitragem.

Entre as inovações estão ferramentas de análise de dados para equipes, aprimoramento do sistema de revisão de lances com sensores e câmeras com visão computacional, e melhorias na experiência dos torcedores com transmissões imersivas. A ideia é garantir um torneio mais competitivo e envolvente.

Infantino afirma que a tecnologia será discreta para o público, atuando nos bastidores para elevar a qualidade do evento. O Mundial será um marco tecnológico, capaz de suportar uma audiência global estimada em seis bilhões de pessoas, aumentando a precisão e a emoção do futebol.

A edição da CES 2026, realizada em Las Vegas, apresentou uma nova era na relação entre o futebol e a tecnologia. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, detalhou como a inteligência artificial será essencial na Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos EUA, México e Canadá, reunindo 48 seleções. A meta é tornar o torneio o mais avançado tecnologicamente, não apenas o maior em escala.

Infantino destacou três frentes onde a inovação terá papel importante. A começar pela utilização de IA no gramado, que fornecerá ferramentas de análise de dados a todas as equipes, igualando condições técnicas independentemente do orçamento. Além disso, o sistema de arbitragem passará por evolução, com uso de sensores e visão computacional para tornar a revisão de decisões mais rápida e precisa, indo além do atual VAR.

Outro ponto é a experiência do público, estimada em seis bilhões de espectadores globalmente, com transmissões que usarão IA para ajuste automático de cor e câmeras que recriarão ângulos imersivos, aproximando o torcedor da atmosfera dos estádios mesmo à distância.

Infantino frisou que a tecnologia deve ser invisível para o fã, trabalhando nos bastidores para elevar a qualidade da competição. Segundo ele, o Mundial de 2026 será como 104 Super Bowls em um mês, e o uso de recursos avançados será vital para atender essa escala sem comprometer a experiência.

Via Forbes Tech

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.