Ex-CEO do Boticário explica saída para focar em futuro estratégico da empresa

Artur Grynbaum revela por que deixou cargo de CEO e como atua no futuro estratégico do Grupo Boticário.
31/01/2026 às 10:21 | Atualizado há 4 dias
               
A mudança de cargo de Artur Grynbaum reflete visão estratégica para o futuro do Grupo Boticário. (Imagem/Reprodução: Infomoney)

Artur Grynbaum, ex-CEO do Grupo Boticário, esclareceu que sua saída do cargo não foi por cansaço, mas para construir o futuro estratégico da empresa. Enquanto CEO, ele focava no presente; agora, no conselho, pensa no médio e longo prazo, preparando a organização para os desafios que virão.

Ele destaca a importância de desestabilizar certezas consolidadas para garantir a sustentabilidade do grupo nas próximas décadas. A transformação digital e cultural acelerada após a pandemia também foi mencionada, com forte crescimento da área de tecnologia, que passou de 300 para quase 3.000 colaboradores.

Grynbaum reforça que a tecnologia é mais que ferramenta; virou mentalidade essencial no modelo de trabalho. Participando do podcast Do Zero ao Topo, ele compartilhou suas experiências em liderança e planejamento estratégico para fortalecer o Grupo Boticário.

Artur Grynbaum, ex-CEO do Grupo Boticário, explicou que não deixou o cargo por cansaço, mas para focar na construção do futuro estratégico da empresa. Segundo ele, a função de CEO demanda atenção ao presente, enquanto seu atual papel no conselho permite pensar no médio e longo prazo, entre 3 e 10 anos, com objetivo de preparar a organização para os desafios vindouros.

Grynbaum afirma que seu trabalho hoje é desestabilizar certezas consolidadas para garantir a sustentabilidade e força da empresa nas próximas décadas. A mudança ampliou seu alcance estratégico, demonstrando que abrir mão do cargo máximo não significa perda de influência, mas sim uma visão mais ampla dos caminhos que o Grupo Boticário deve seguir.

O executivo também destacou a transformação cultural dentro do grupo, especialmente a aceleração digital pós-pandemia. A área de tecnologia cresceu de 300 para quase 3.000 profissionais, avançando de um papel de suporte para uma função essencial nas decisões estratégicas da companhia.

Para Grynbaum, a pandemia forçou a empresa a adaptar rapidamente suas operações, reforçando que a tecnologia deve ser mais que uma ferramenta, mas uma mentalidade incorporada no modelo de trabalho. A transformação digital deixou de ser um teste para se tornar uma necessidade absoluta no ambiente corporativo atual.

O executivo participou do podcast Do Zero ao Topo, onde contou sobre sua trajetória e as mudanças estruturais do Grupo Boticário, trazendo uma visão plural sobre liderança e planejamento estratégico.

Via InfoMoney

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.