O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, indicou Guilherme Mello para ocupar uma vaga no Conselho Diretor do Banco Central. Mello, secretário de Política Econômica, atua junto a Haddad em temas como a redução da taxa Selic, atualmente em 15%. A indicação aguarda confirmação do presidente Lula.
Guilherme Mello, de 42 anos, é associado à corrente estruturalista, que defende maior intervenção estatal e investimentos públicos para equilibrar a economia. Ele participa da equipe econômica desde 2023 e colaborou nas campanhas presidenciais de 2018 e 2022.
O Conselho Diretor do Banco Central possui nove membros e está com duas vagas abertas desde o fim do ano passado. A atual presidência é de Gabriel Galípolo, aliado próximo de Haddad. Decisões recentes mantiveram a Selic estável, com perspectiva de cortes a partir de março.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, propôs ao presidente Lula a indicação de Guilherme Mello para uma das vagas abertas no Conselho Diretor do Banco Central. Mello, secretário de Política Econômica da Fazenda, atua junto a Haddad em temas como a redução da taxa de juros, atualmente em 15%, o maior índice em quase 20 anos.
Com 42 anos, Guilherme Mello é identificado com economistas estruturalistas, grupo associado à esquerda, que defende maior intervenção do Estado e investimentos públicos, buscando corrigir desequilíbrios econômicos sem depender exclusivamente da política monetária.
Ele ocupa o cargo atual desde 2023 e participou da formulação do programa econômico da campanha presidencial de Lula em 2022. Anteriormente, colaborou na equipe de Haddad na campanha de 2018.
O Conselho Diretor do Banco Central tem nove membros e está com duas vagas desde o fim do ano passado, após o término dos mandatos dos ex-diretores Diogo Guillen e Renato Gomes. A decisão sobre a indicação de Mello ainda não está confirmada pelo presidente.
Vale lembrar que a atual presidência do Banco Central está sob Gabriel Galípolo, nomeado em 2023 com histórico próximo a Haddad, já que foi secretário-executivo da Fazenda durante sua gestão.
No recente encontro do Comitê de Política Monetária, a Selic foi mantida por cinco reuniões seguidas, com sinalização para início de cortes em março. Por enquanto, as decisões contaram com sete diretores, devido às cadeiras em aberto no colegiado.
Via InfoMoney