BTG aponta os principais FIIs de lajes corporativas com bons descontos e dividendos

BTG recomenda FIIs de lajes corporativas com boas oportunidades e dividendos atrativos para 2026.
31/01/2026 às 13:44 | Atualizado há 3 dias
               
BTG reforça otimismo com lajes corporativas com início esperado de cortes de juros. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

O BTG Pactual mantém uma perspectiva otimista para os fundos imobiliários (FIIs) de lajes corporativas, prevendo valorização com o corte de juros previsto para março. Os fundos VBI Prime Properties (PVBI11), BTG Pactual Corporate Office (BRCR11) e JS Real Estate (JSRE11) são destaques pela liquidez e descontos relevantes.

Outros FIIs recomendados são Pátria Escritórios (HGRE11), Tellus Properties (TEPP11) e Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11), com boa gestão e aumento nos aluguéis. O setor apresenta um ponto de entrada favorável devido a um desvio padrão abaixo da média histórica.

São Paulo lidera com alta absorção e queda na vacância, enquanto no Rio de Janeiro a ocupação se mantém estável. Melhorias nos contratos e controle da alavancagem podem elevar os dividendos em 2026, segundo relatório do BTG.

O BTG Pactual mantém a visão positiva para o segmento de lajes corporativas, apostando que o ciclo de cortes de juros, previsto para março, deve valorizar os FIIs do setor e tornar seus dividendos mais atraentes. A instituição destaca os fundos imobiliários VBI Prime Properties (PVBI11), BTG Pactual Corporate Office (BRCR11) e JS Real Estate (JSRE11) como principais escolhas, apontando boa liquidez e negociações com descontos relevantes sobre o valor patrimonial.

Além desses, o banco recomenda compra dos FIIs Pátria Escritórios (HGRE11), Tellus Properties (TEPP11) e Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11), ressaltando o bom desempenho das gestoras na comercialização e aumento dos aluguéis. Segundo os analistas Daniel Marinelli e Matheus Oliveira, o setor opera com um desvio padrão inferior à média histórica, oferecendo um ponto de entrada considerado favorável.

São Paulo se destaca no mercado, com absorção líquida de mais de 238 mil m² em 2025, a melhor desde 2005 para lajes de alto padrão. A vacância em algumas áreas da capital paulista caiu para abaixo de 15%, níveis semelhantes aos anteriores à pandemia, enquanto os preços tiveram alta de 6% no último trimestre de 2025, com aluguéis chegando a R$ 300 por m².

No Rio de Janeiro, a estabilidade na ocupação dos FIIs também é observada. O relatório do BTG evidencia avanços na ocupação, contratos revisados positivamente e controle da alavancagem, o que deve dar suporte à melhora dos resultados operacionais e ao aumento dos dividendos em 2026.

Via Money Times

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