Como 2026 está transformando a computação com inteligência artificial

Em 2026, a computação muda com IA integrada, maior desempenho local e privacidade garantida. Veja a nova era dos sistemas híbridos.
01/02/2026 às 10:01 | Atualizado há 6 horas
               
A computação híbrida combina recursos locais e em nuvem, oferecendo flexibilidade, segurança e eficiência para empresas. Nova era da TI: computação híbrida une segurança e agilidade para empresas. (Imagem/Reprodução: Tecmundo)

A computação está passando por uma mudança estrutural significativa em 2026, com a inteligência artificial se tornando o centro dos sistemas. PC’s equipados com NPUs avançadas prometem desempenho local muito maior e menor dependência da nuvem.

Modelos de linguagem menores rodando diretamente nos dispositivos aumentam a privacidade e a agilidade das operações. Avanços em semicondutores possibilitam combinar CPU, GPU e NPU em chips eficientes, permitindo dispositivos mais finos e potentes.

Com essa evolução, os sistemas passam a funcionar de forma híbrida, dividindo tarefas entre nuvem e dispositivos locais. Isso amplia a presença da IA em várias áreas, incluindo robótica e sensores que interagem com o ambiente.

A CES 2026 evidenciou que a computação está passando por uma transformação estrutural, com a inteligência artificial (IA) deixando de ser um recurso extra para se tornar a base dos sistemas. Estimativas apontam que em 2027, cerca de 57% dos PCs vendidos serão AI PCs, equipados com NPUs capazes de mais de 50 TOPS, enquanto combinações de CPU, GPU e NPU podem alcançar até 180 TOPS, ampliando significativamente o desempenho local.

Essa evolução permite rodar modelos de linguagem menores diretamente nos dispositivos, reduzindo atrasos, preservando a privacidade e integrando a IA de forma constante no dia a dia do usuário. Além disso, avanços na litografia de semicondutores de 2 nm possibilitam integrar CPU, GPU, NPU e motores de mídia em um único chip, mantendo eficiência energética adequada para aparelhos ultrafinos.

Com a crescente capacidade local, a computação se torna híbrida, dividindo tarefas entre dispositivo e nuvem. Processamentos que exigem baixa latência ou privacidade ficam no equipamento, enquanto cargas pesadas seguem para a nuvem. Essa tendência já está presente em PCs, dispositivos móveis e sistemas industriais, expandindo a presença da IA para robótica e sensores que interagem com o ambiente real.

O avanço dos semicondutores e o aumento das arquiteturas heterogêneas consolidam a IA como infraestrutura, redefinindo padrões de desempenho e privacidade. Assim, sistemas futuros, sejam locais, em nuvem ou híbridos, estarão baseados nessa nova fundação que começou a se desenhar em 2026.

Via Tecmundo

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.