Empresas devem reconhecer a importância da saúde mental no trabalho

Saúde mental no trabalho: Entenda por que as empresas devem ir além do controle tradicional e valorizar o ambiente emocional dos colaboradores.
01/02/2026 às 19:21 | Atualizado há 9 horas
               
Descrição expressa vivência profunda e impactante com saúde mental, carregada de emoção e memórias familiares. Mãe cansada do consultório psiquiátrico moldou minha visão sobre saúde mental. (Imagem/Reprodução: Vixfeed)

O aumento dos afastamentos por transtornos mentais evidencia a urgência de as empresas considerarem a saúde emocional dos funcionários. Em 2025, mais de meio milhão de licenças foram registradas no Brasil, ressaltando a necessidade de cuidados além do simples controle de produtividade.

A atualização da NR1 exige a avaliação dos riscos psicossociais, destacando falhas como comunicação deficiente e falta de empatia, que contribuem para o adoecimento no ambiente de trabalho. Isso reforça a necessidade de uma cultura que valorize a escuta ativa e a comunicação humanizada.

É fundamental que líderes e colaboradores trabalhem juntos para promover um ambiente que apoie a saúde mental. O diálogo transparente e empático diminui conflitos e potencializa uma convivência mais saudável no emprego.

A questão da saúde mental no trabalho tem ganhado destaque, impulsionada pelo aumento significativo de afastamentos por transtornos mentais. Em 2025, mais de meio milhão de licenças foram registradas no Brasil, segundo o Ministério da Previdência Social. Esse cenário expõe a urgência de as empresas assumirem a responsabilidade pelo ambiente emocional dos colaboradores, indo além do simples controle de produtividade.

A recente atualização da NR1 introduz o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, que passa a exigir a avaliação dos riscos psicossociais. Empresas são chamadas a identificar problemas como comunicação deficiente, indiferença, falta de empatia e o silêncio punitivo associado a metas não alcançadas. Esses fatores contribuem para o adoecimento, interferindo diretamente no desempenho e na permanência dos profissionais.

Essa situação evidencia que cuidar da saúde mental requer mais do que políticas superficiais; demanda uma cultura organizacional que valorize a escuta ativa e a Comunicação Humanizada e Não Violenta. Quando os gestores se atentam ao lado humano além do crachá, há espaço para diálogo transparente e empático, que diminui conflitos e potencia a convivência saudável.

É importante que essa mudança seja encarada coletivamente, com líderes e colaboradores reconhecendo que o ambiente de trabalho pode tanto prejudicar quanto apoiar a saúde mental. Em um contexto onde a conexão verdadeira cede espaço para interações superficiais, retomar o ato de ouvir se mostra essencial para reduzir danos e aumentar a qualidade de vida no emprego.

Via VIXFeed Notícias

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.