A Amazon reforçou as medidas contra apps piratas no Fire TV Stick. Agora, o aparelho bloqueia a instalação de aplicativos ilegais mesmo fora da loja oficial, exibindo uma mensagem de alerta sobre o bloqueio.
As restrições começaram a ser aplicadas em 2023, mas houve aumento da rigidez com o bloqueio imediato ao tentar instalar apps que dão acesso a conteúdos sem licença. A nova interface do Fire TV, que não usa mais Android, ajuda a reduzir brechas para pirataria.
Usuários que compraram o Fire TV Stick para uso com apps bloqueados podem solicitar reembolso, exceto em casos de aquisições por terceiros ou serviços ilegais. A Amazon mantém que apps oficiais e contas de usuários não são afetados.
A Amazon intensificou as ações contra a instalação de aplicativos ilegais no Fire TV Stick. Agora, o aparelho bloqueia a instalação de certas ferramentas, mesmo quando baixadas fora da loja oficial. A mudança foi identificada pelo canal TechDoctorUK e confirmada pelo site AFTVnews.
Usuários começaram a ver uma mensagem alertando que “Este aplicativo foi bloqueado porque usa ou garante acesso a conteúdos não licenciados”. O aviso direciona a uma página de suporte da Amazon explicando as restrições para apps usados em pirataria.
Desde o fim de 2025, a Amazon já vinha aplicando restrições, mas de forma gradual, limitando o uso ou abrindo alertas em apps instalados por sideloading. O que mudou é o bloqueio imediato na tentativa de instalar apps que fornecem acesso a conteúdos não autorizados.
Esse processo usa uma revisão rigorosa para identificar aplicativos irregulares e impedi-los. A empresa declara que não permite exceções para continuar usando apps bloqueados, mas reforça que apps licenciados e contas de usuários não são afetados.
Quem comprou Fire TV Stick com foco em apps bloqueados pode pedir reembolso, conforme a política da Amazon, exceto se a compra foi feita por terceiros. Ressalta-se que reembolsos relacionados a serviços piratas não são cobertos pela empresa.
O combate também foi facilitado pela nova interface do Fire TV, que não usa mais Android, reduzindo brechas para práticas ilegais.
Via Tecmundo