Mais de 190 pessoas foram assassinadas em ataques violentos contra comunidades rurais nas regiões central e norte da Nigéria. As vítimas foram mortas em uma ação planejada por grupos armados, que também incendiaram casas e forçaram muitos a fugir para áreas remotas.
As operações militares e policiais locais estão em andamento para localizar os responsáveis e proteger os sobreviventes. O ataque foi atribuído a células terroristas e criminosos comuns, enquanto o governo dos Estados Unidos prestou apoio para conter a escalada de violência no país.
Essa onda de ataques tem provocado grande insegurança na região, afetando diversas comunidades e gerando um ambiente de medo. O combate aos grupos armados continua sendo uma prioridade para as autoridades nigerianas e seus aliados internacionais.
Mais de 190 pessoas foram mortas em ataques violentos contra vilarejos remotos nas regiões central e norte da Nigéria, segundo informações das autoridades locais. As Forças Armadas e policiais do país estão em operação para localizar os responsáveis e socorrer sobreviventes.
Na comunidade de Woro, na divisa entre os estados de Kwara e Niger, pelo menos 170 moradores foram mortos por criminosos que invadiram o vilarejo. Conforme relato de um político local, os atacantes amarraram as vítimas e as assassinaram com tiros antes de incendiar as casas. Muitos conseguiram fugir para a mata próxima.
A região é alvo frequente de grupos armados que sequestram pessoas e roubam gado, além da presença de grupos extremistas islâmicos. A polícia confirmou a morte de dezenas, enquanto o Exército afirmou que persegue elementos terroristas. O governador de Kwara relacionou o ataque a uma reação de células terroristas frustradas pelas operações militares recentes.
Também no estado de Katsina, no norte do país, pelo menos 21 pessoas foram assassinadas em um ataque atribuído a criminosos comuns que teriam quebrado uma trégua com a comunidade local. Nestes vilarejos afastados, geralmente há negociações com gangues para garantir proteção.
Os Estados Unidos informaram que enviaram um pequeno contingente para ajudar no combate a terroristas ligados à Al Qaeda e ao Estado Islâmico. O presidente americano tem cobrado ações do governo nigeriano para proteger a população, especialmente os cristãos, diante da violência generalizada que também atinge muçulmanos.
Via Tribuna Online