Ricardo Schnetzer, voz de Tom Cruise e Nicolas Cage, morre aos 72 anos

Morre Ricardo Schnetzer, dublador de Tom Cruise e Nicolas Cage, aos 72 anos, vítima de Esclerose Lateral Amiotrófica.
05/02/2026 às 06:43 | Atualizado há 2 dias
               
Ricardo Schnetzer, voz emblemática de Tom Cruise, faleceu aos 72 anos vítima de ELA. (Imagem/Reprodução: Einerd)

Ricardo Schnetzer, conhecido dublador brasileiro, morreu aos 72 anos após lutar contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Ele foi a voz oficial de astros como Tom Cruise, Nicolas Cage e Al Pacino desde a década de 1970.

Além do cinema, Schnetzer se destacou em animações e animes, dublando personagens marcantes como Hank em Caverna do Dragão e Albafica de Peixes em Os Cavaleiros do Zodíaco. Sua contribuição também alcançou novelas mexicanas, com personagem em A Usurpadora.

Sua morte representa uma grande perda para a dublagem brasileira. Amigos e fãs se mobilizaram para apoiar seu tratamento, que foi amplamente divulgado. Seu legado permanece através das vozes que marcou nas telas brasileiras.

O universo da dublagem brasileira perdeu uma de suas vozes mais marcantes com a morte de Ricardo Schnetzer, aos 72 anos. Conhecido por emprestar seu talento a ícones como Tom Cruise, Al Pacino e Nicolas Cage, o ator e dublador enfrentava a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), doença neurodegenerativa que compromete os movimentos musculares. Sua trajetória começou na década de 1970, consolidando-se como a voz oficial de grandes astros de Hollywood no Brasil.

Schnetzer se destacou por traduzir para o português personagens emblemáticos como Tony Montana em Scarface e Maverick em Top Gun. Além do cinema, também deu vida a figuras icônicas da animação, como o arqueiro Hank em Caverna do Dragão e o líder de heróis em Capitão Planeta. Nos animes, destacou-se como Albafica de Peixes em Os Cavaleiros do Zodíaco: The Lost Canvas, e mais recentemente, interpretou Boba Fett nas séries de Star Wars para streaming.

A versatilidade de Ricardo ficou evidente ainda ao dublar personagens em novelas mexicanas, como Carlos Daniel na novela A Usurpadora. Amigos e fãs mobilizaram-se com campanhas para seu tratamento após o diagnóstico público da doença este ano. Com sua partida, o setor de dublagem perde uma referência técnica e artística cujas interpretações continuam a ecoar tanto em clássicos quanto em novas produções.

Via Ei Nerd

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.