O Superior Tribunal de Justiça (STJ) começou uma sindicância para apurar a acusação de importunação sexual contra o ministro Marco Aurélio Buzzi. A denúncia foi feita por uma jovem de 18 anos que afirma ter sido vítima durante um banho de mar em Balneário Camboriú, Santa Catarina.
A abertura da sindicância foi decidida por unanimidade pelo plenário do STJ. Uma comissão especial investigará o caso internamente, enquanto o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) acompanha possíveis medidas administrativas.
Como ministro do STJ, Buzzi tem foro privilegiado, e a investigação criminal está a cargo do ministro do STF Nunes Marques. O acusado nega as acusações e repudia qualquer comportamento inadequado, enquanto o advogado da jovem pede rigor na apuração para garantir justiça.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciou uma sindicância para investigar a acusação de importunação sexual envolvendo o ministro Marco Aurélio Buzzi. A denúncia foi feita por uma jovem de 18 anos, filha de amigos do ministro, e alega que o episódio ocorreu durante um banho de mar em Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina, enquanto estavam de férias.
A decisão de abrir a apuração foi tomada de forma unânime pelo plenário do STJ. A comissão responsável é composta pelos ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira, que irão analisar o caso internamente. Paralelamente, a denúncia também está sob análise do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que avaliará eventuais consequências administrativas.
Pela condição de ministro do STJ, Buzzi possui foro privilegiado, e a investigação criminal está sob responsabilidade do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques. O ministro Marco Aurélio Buzzi divulgou nota afirmando ter sido surpreendido e negando veementemente as acusações, repudiando qualquer insinuação de comportamento impróprio.
O advogado da jovem, Daniel Bialski, destacou a importância da preservação da vítima e sua família durante as investigações, solicitando rigor nas apurações e no desfecho do caso nos órgãos competentes.
Via Folha Vitória