Prima de Suzane von Richthofen registra boletim de ocorrência por furto de bens da herança

Prima de Suzane von Richthofen abre boletim contra ela por furto de bens da herança de R$ 5 milhões.
05/02/2026 às 21:43 | Atualizado há 9 horas
               
Suzane von Richthofen é acusada de furto na disputa por herança milionária após morte. (Imagem/Reprodução: Tribunaonline)

A prima de Suzane von Richthofen, que também é namorada do tio de Suzane, Miguel Abdalla Neto, registrou um boletim de ocorrência acusando Suzane de furto dos bens deixados na herança de Miguel, avaliada em R$ 5 milhões. Suzane teria retirado diversos itens da casa, como carro e eletrodomésticos, sem autorização judicial.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo e envolve uma disputa judicial sobre a herança. Suzane está em regime aberto, mas pode ter a pena agravada dependendo das provas que surgirem. A família aguarda ainda resultados do Instituto Médico Legal para esclarecer a morte de Miguel.

A disputa envolve também a alegação da prima de união estável com o falecido Miguel por 14 anos, enquanto Suzane se apresenta como parente direto para administrar o espólio. O processo está sendo acompanhado na Vara de Família e Sucessões.

Duas semanas após a investigação inicial, a prima de Suzane von Richthofen e também namorada de Miguel Abdalla Neto, tio da acusada, registrou um boletim de ocorrência acusando Suzane de furto dos bens do espólio. Miguel, que foi encontrado morto em 9 de janeiro, havia deixado uma herança estimada em R$ 5 milhões.

O boletim detalha que Suzane admitiu estar na posse de diversos itens da residência, como um carro Subaru 2021, uma lavadora de roupas, um sofá, uma poltrona e uma bolsa com documentos e dinheiro. A acusação se baseia no inventário aberto na Vara de Família e Sucessões, em que Suzane confessou ter retirado esses bens sem autorização judicial e até teria soldado o portão da casa para proteger os objetos.

Essa disputa sobre a herança envolve Suzane e sua prima Carmem Silvia Gonzalez Magnani, que alega viver em união estável com Miguel por 14 anos, enquanto Suzane se apresenta como parente consanguínea mais próxima para ser inventariante.

A Polícia Civil de São Paulo, por meio do 27º DP, iniciou a apuração do caso desde 20 de janeiro e continua a investigar a suposta subtração. Como Suzane está em regime aberto desde janeiro de 2023, há possibilidade de regressão para prisão fechada ou semiaberta, dependendo das provas apresentadas, conforme explicou o advogado criminalista Gustavo Henrique Moreno Barbosa.

O caso aguarda ainda os laudos do Instituto Médico Legal para esclarecer a causa da morte de Miguel Abdalla Neto, que era tutor do irmão de Suzane desde o assassinato dos pais deles em 2002.

Via Tribuna Online

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