O filme (Des)controle retrata o alcoolismo feminino, evidenciando como a doença afeta mulheres de forma única. A trama acompanha Kátia, personagem vivida por Carolina Dieckmann, que enfrenta o vício e a dificuldade de ser aceita em sua rede de apoio.
Baseado na experiência pessoal da roteirista Iafa Britz, o filme destaca a importância de quebrar o silêncio e incentivar quem sofre a procurar ajuda. As diretoras reforçam a necessidade de dar voz a esse tema na sociedade.
A amizade e o apoio emocional são elementos centrais na história, mostrando que acolhimento e compreensão são essenciais na luta contra o alcoolismo feminino.
O filme (Des)controle aborda o alcoolismo feminino mostrando como esta doença afeta mulheres de forma distinta dos homens, misturando julgamentos sociais com perigos específicos. Carolina Dieckmann vive Kátia, personagem que enfrenta a luta contra o vício enquanto tenta manter uma rede de apoio, que inicialmente não aceita. A trama destaca a dificuldade de reconhecer a dependência e a importância de pedir ajuda para a recuperação.
A roteirista Iafa Britz baseou o roteiro em suas experiências pessoais, desejando que seu filme pudesse servir de identificação para quem enfrenta o problema. As diretoras Rosane Svartman e Carol Minêm reforçam que esse tema precisa ganhar espaço para quebrar o silêncio sobre o tema.
Para interpretar Kátia de forma realista, Carolina fez preparação intensiva, incluindo visitas a reuniões de Alcoólicos Anônimos, aprimorando tanto a expressão mental quanto corporal para refletir os efeitos do vício. Uma cena marcante é a transformação da personagem sob o efeito do álcool, representada simbolicamente por sua alter ego, que evidencia a perda de controle.
A amizade feminina surge como ponto vital na trama, personificada por Júlia Rabello, que interpreta Léo, amiga próxima de Kátia. A relação de apoio é retratada sem julgamentos, mostrando a importância do afeto na luta contra o alcoolismo feminino.
Via TecMundo