A política no Espírito Santo vive um cenário de pulverização de candidaturas ao governo estadual, influenciada pela rivalidade nacional entre PT e PL. Magno Malta (PL) desponta como pré-candidato, enquanto outros nomes como Lorenzo Pazolini, Arnaldinho Borgo e Ricardo Ferraço ampliam a disputa na direita e centro-direita.
No campo progressista, Helder Salomão (PT) busca fortalecer sua candidatura apesar do desafio local e resistências internas. Paralelamente, a federação União Progressista observa movimentações internas com Da Vitória e Sergio Meneguelli tentando garantir espaço para a disputa eleitoral.
Essa dinâmica política reflete um cenário complexo e polarizado, com múltiplos atores estratégicos, indicando uma eleição estadual competitiva e cheia de incertezas para 2026.
As articulações políticas no Espírito Santo apontam para uma possível pulverização de candidaturas ao governo estadual, motivada pela disputa nacional entre PT e PL. O senador Magno Malta (PL) surge como pré-candidato, estratégia para dar palanque a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e fortalecer o partido localmente. Esse movimento fragmenta a direita e centro-direita, com o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), recebendo apoio de setores conservadores e do ex-governador Paulo Hartung (PSD).
Ao mesmo tempo, o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (PSDB), se apresenta como alternativa nesse campo, embora mantenha alianças com o PSB. O vice-governador Ricardo Ferraço (MDB) também está na disputa, com respaldo do governador Renato Casagrande (PSB), e pode se beneficiar da máquina estadual para construir alianças sem os mesmos entraves impostos pela polarização nacional.
No campo progressista, o deputado federal Helder Salomão (PT) é pré-candidato com o objetivo de fortalecer o partido e apoiar a reeleição do presidente Lula, mesmo enfrentando resistência e pesquisas desfavoráveis no Estado. A unidade da direita é questionada com a possível candidatura de Magno Malta, o que deve impedir o deputado Evair de Melo (Progressistas) de romper a federação União Progressista para disputar o Senado.
Em paralelo, a federação União Progressista se movimenta internamente, com o deputado Da Vitória e o deputado estadual Sergio Meneguelli (ex-Repúblicanos) buscando acordo e espaço para a disputa, diante das incertezas no PSD e ainda sem definição para o Senado. A corrida política no Espírito Santo segue dinâmica, com múltiplos atores e estratégias em jogo.
Via ES Hoje