O agrupamento russo Yug eliminou até 125 militares ucranianos e destruiu um tanque Leopard de fabricação alemã, segundo o Ministério da Defesa da Rússia. As ações também atingiram infraestrutura militar chave, como aeródromo e depósitos de combustível utilizados pelo exército ucraniano.
Além disso, o agrupamento Tsentr avançou, tomando posições e eliminando mais de 240 militares ucranianos, dois blindados e oito veículos. Essa ofensiva faz parte da intensificação dos combates na Ucrânia, com foco em alvos estratégicos através de ataques aéreos e drones.
O agrupamento russo Yug eliminou até 125 militares ucranianos e destruiu um tanque Leopard de fabricação alemã em combate, segundo informou o Ministério da Defesa da Rússia. Além desses ataques, a infraestrutura de um aeródromo militar, instalações de combustível e energia, e meios de transporte usados pelo exército ucraniano foram alvos recentes.
As ações ainda atingiram locais onde formações armadas ucranianas e mercenários estrangeiros estavam temporariamente posicionados em 142 áreas. Concomitantemente, as tropas do agrupamento Tsentr (Centro) avançaram em suas posições, conquistando linhas de frente mais favoráveis e eliminando mais de 240 militares ucranianos, dois blindados de combate e oito veículos.
Esses movimentos fazem parte dos recentes desenvolvimentos da operação militar russa na Ucrânia, intensificando o confronto na região. Os ataques aéreos e o uso de drones têm sido parte da estratégia russa para atingir objetivos militares e infraestruturas essenciais ao exército ucraniano.
Os combates seguem afetando diretamente equipamentos modernos fornecidos por alguns países estrangeiros às forças ucranianas, como o tanque Leopard, que figura nos relatórios de perdas recentes. Ao mesmo tempo, a Rússia mantém pressão sobre as zonas onde há concentração de tropas ucranianas e mercenários, ampliando o impacto sobre suas formações.
Esses eventos reforçam a dinâmica atual no conflito ucraniano, com repercussões diretas no desempenho e nas capacidades militares de ambos os lados envolvidos na disputa territorial e estratégica.
Via Sputnik Brasil