CNJ recebe nova denúncia de importunação sexual contra ministro do STJ

CNJ recebe segunda denúncia de importunação sexual contra ministro do STJ e investiga o caso em segredo de Justiça.
10/02/2026 às 14:21 | Atualizado há 5 horas
               
Descrição relata investigação contra Buzzi por suposto abuso no litoral de Santa Catarina. (Imagem/Reprodução: Folhavitoria)

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) confirmou o recebimento de uma nova denúncia de importunação sexual contra o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A corregedoria está investigando o caso, que corre em segredo de Justiça.

Esta é a segunda acusação formal contra o ministro em poucos dias. A primeira denúncia envolve uma jovem de 18 anos que relatou ter sido assediada durante um banho de mar em Balneário Camboriú, Santa Catarina.

O STJ instaurou uma sindicância para apurar a primeira denúncia. Marco Buzzi está afastado de suas funções por motivo médico. A defesa nega as acusações e afirma que a inocência do ministro será comprovada nos processos em andamento.

Marco Buzzi, ministro do STJ
Marco Buzzi, ministro do STJ. Foto: Reprodução/Sérgio Amaral/STJ

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) confirmou nesta segunda-feira (9) o recebimento de uma nova denúncia de importunação sexual contra o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A corregedoria nacional de Justiça ouviu a suposta vítima e abriu uma reclamação disciplinar para investigar os fatos, que correm em segredo de Justiça.

Essa é a segunda acusação formal contra Buzzi em poucos dias. Na semana passada, uma jovem de 18 anos, filha de amigos do ministro, relatou que ele tentou agarrá-la durante um banho de mar em uma viagem realizada em Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina.

Em resposta à primeira denúncia, o STJ instaurou uma sindicância para apurar o ocorrido. Desde então, Marco Buzzi apresentou um atestado médico e está afastado das suas funções.

A defesa do ministro, representada pelos advogados Paulo Emílio Catta Pretta e Maria Fernanda Ávila, negou as acusações. Eles afirmam não terem tido acesso aos documentos do CNJ e garantem que Buzzi não praticou nenhum ato impróprio, assegurando que isso será demonstrado nos processos em andamento.

O caso segue sob investigação e não há previsão para a conclusão dos procedimentos internos no CNJ e no STJ.

Via Folha Vitória

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