Banco Inter registra ROE acima de 15% e acelera crescimento da carteira de crédito

Banco Inter alcança ROE de 15,1% e cresce 36% na carteira de crédito no quarto trimestre de 2025.
11/02/2026 às 10:21 | Atualizado há 3 horas
               
Banco Inter registra lucro recorde de R$ 374 mi e ROE de 15,1% no 4º trimestre. (Imagem/Reprodução: Braziljournal)

O Banco Inter alcançou um ROE de 15,1% no quarto trimestre de 2025, o maior da sua história, com lucro líquido de R$ 374 milhões. Apesar de ficar um pouco abaixo das projeções do mercado, o resultado representou avanço frente ao trimestre anterior.

No acumulado do ano, o lucro do banco foi de R$ 1,3 bilhão, com crescimento de 45%. A carteira de crédito subiu 36% em relação ao fechamento de 2024, impulsionada principalmente por financiamentos imobiliários, crédito pessoal e consignado privado, que teve alta significativa em volume.

A inadimplência permaneceu estável e o índice de eficiência piorou levemente. O banco encerrou 2025 com 43 milhões de clientes, dos quais 25 milhões ativos, e planeja ampliar ainda mais a oferta de crédito digital para os próximos anos.

O banco Inter reportou um lucro líquido de R$ 374 milhões no quarto trimestre, alcançando um ROE acima de 15%, especificamente 15,1%, o maior da sua história. Esse resultado representa um crescimento de 80 basis points em relação ao terceiro trimestre. Apesar disso, ficou ligeiramente abaixo das projeções do mercado, que esperavam um ROE de 15,7% e lucro de R$ 395 milhões. As estimativas mais conservadoras do buyside indicavam algo próximo a 15%.

No acumulado de 2025, o banco obteve lucro de R$ 1,3 bilhão, com avanço de 45% em comparação ao ano anterior. O destaque foi o crescimento da carteira de crédito, que cresceu 36% frente ao encerramento de 2024, atingindo R$ 48,3 bilhões, quase o dobro do ritmo do ano anterior e três vezes mais que o mercado brasileiro, segundo o CFO Santiago Stel.

A expansão foi puxada por financiamentos imobiliários, home equity, cartão de crédito e crédito pessoal, com destaque para o consignado privado, que subiu de R$ 1,3 bilhão para quase R$ 2 bilhões em um trimestre. Esse produto é vendido 100% digitalmente e apresenta alta rentabilidade, além de aumentar o índice de crédito por cliente ativo.

O índice de eficiência piorou ligeiramente para 45,5% no quarto trimestre devido a despesas sazonais, enquanto a inadimplência se manteve estável, com pequenas variações nos indicadores de NPL. O banco encerrou o ano com 43 milhões de clientes, sendo 25 milhões ativos, e planeja ampliar a penetração de crédito nos clientes para os próximos anos.

Via Brazil Journal

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