Documentos recentes mostram que Jeffrey Epstein, acusado de crimes sexuais, tinha um CPF ativo no Brasil desde abril de 2003, registrado na Receita Federal em situação regular.
A descoberta faz parte de arquivos apreendidos na investigação do caso, que incluem e-mails e imagens. O CPF permite a estrangeiros realizar operações financeiras no país.
Além disso, e-mails de 2011 indicam que Epstein considerou a possibilidade de obter a cidadania brasileira, mas sem registro oficial de pedido de naturalização.
Documentos recentes do Departamento de Justiça dos EUA mostram que Jeffrey Epstein, acusado de crimes sexuais, possuía um CPF ativo no Brasil desde abril de 2003. O registro está em situação regular na Receita Federal, indicando que o bilionário manteve vínculos fiscais no país.
A presença do CPF foi identificada entre itens apreendidos na investigação, que inclui e-mails, imagens e outros registros. Segundo a Receita Federal, estrangeiros podem solicitar CPF mesmo sem residir no Brasil, visando operações financeiras como abertura de contas ou investimentos.
O órgão esclareceu que, após o falecimento, o CPF só pode ser junto a inventários por representantes legais ou familiares quando existam bens a serem administrados nacionalmente.
Além da confirmação do CPF, e-mails de 2011 mostram trocas entre Epstein e a empresária Nicole Junkermann. Nelas, discutiram a possibilidade do bilionário obter a cidadania brasileira. Epstein considerou a ideia “interessante”, mas mencionou dificuldades para viagens devido a questões de visto.
Não há registros oficiais de pedido formal de naturalização. Os documentos fazem parte de uma divulgação contínua sobre o caso, que envolve exploração sexual de menores, tráfico humano e conexões com pessoas influentes.
Essas informações ampliam o entendimento das relações e atividades fiscais de Epstein, com foco no Brasil, adicionando novos elementos à complexa investigação internacional.
Via Danuzio News