A Polícia Civil de São Paulo indiciou um casal por maus-tratos graves contra crianças sob sua guarda durante seis anos. A investigação apontou negligência e condições precárias de saúde das vítimas, resultando na abertura do inquérito.
O Ministério Público detalhou que as crianças sofreram privações, ameaças e punições desproporcionais. O casal foi acusado de tratamento degradante e descuido contínuo, o que afetou o bem-estar físico e psicológico dos menores.
As crianças foram afastadas do ambiente abusivo e estão recebendo acompanhamento médico e psicológico. O processo será julgado, com possibilidade de penas para proteger as vítimas e prevenir novos casos.
A Polícia Civil de São Paulo indiciou um casal por maus-tratos contra crianças sob sua guarda durante cerca de seis anos. A investigação foi iniciada devido aos sinais graves de negligência e condições ruins de saúde apresentados pelas vítimas, o que motivou a abertura do inquérito.
Segundo o Ministério Público, as crianças foram submetidas a privação de necessidades básicas, ameaças constantes e punições desproporcionais. Essas práticas configuram tratamento degradante e descuido sério por parte do casal responsável.
O indiciamento considera a repetição contínua dessas atitudes ao longo de vários anos, caracterizando uma falha total na proteção do bem-estar físico e psicológico das crianças. Desde a identificação dos fatos, os menores estão sob acompanhamento dos serviços sociais especializados, recebendo suporte médico e psicológico.
A Justiça determinou medidas imediatas para garantir a segurança das vítimas, afastando-as do ambiente nocivo em que viviam. O casal enfrenta acusações por negligência grave e crueldade continuada, com possibilidade de punições previstas em lei para proteger menores em situação de risco.
Agora, o processo será encaminhado à Justiça, onde o Ministério Público solicitará aplicação das penas cabíveis e reparações às crianças afetadas. Autoridades ressaltam que, nestes casos, preservar a vida e integridade das vítimas é prioridade máxima.
Via Danuzio News