Lucas Braathen conquista ouro nas Olimpíadas de Inverno representando o Brasil

Esquiador Lucas Braathen ganha ouro nas Olimpíadas de Inverno e destaca que "nada é impossível" para o Brasil.
14/02/2026 às 12:27 | Atualizado há 5 horas
               
Lucas Braathen, campeão olímpico, inspira ao mostrar que acreditar nos sonhos transforma vidas. (Imagem/Reprodução: Tribunaonline)

Lucas Braathen, esquiador nascido na Suíça e filho de mãe brasileira, conquistou a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno. Emocionado, ele destacou a importância da conquista e espera inspirar futuros atletas do país.

Em entrevista, Lucas explicou os desafios do esqui alpino, especialmente no slalom gigante, e falou sobre a concentração necessária para ajustar sua performance durante a competição. Ele ressaltou que compete com o coração e que sua origem não é um obstáculo para o sucesso.

O atleta também comentou sua decisão de representar o Brasil a partir de 2024, mantendo sua identidade e posicionando esse feito como um marco para o esporte nacional, incentivando jovens a sonhar alto nas modalidades de inverno.

Bastante emocionado com a conquista inédita da primeira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas Pinheiro Braathen falou sobre a importância do momento. O esquiador, nascido na Suíça e filho de mãe brasileira, escolheu representar o país a partir de 2024. Ele espera que seu feito sirva de inspiração para futuros esportistas nacionais.

Em entrevista ao SporTV, Lucas destacou a emoção de competir com o esqui alpino e a dificuldade do slalom gigante. Segundo ele, a disputa foi intensa, numa verdadeira “guerra” contra concorrentes como o suíço Marco Odermatt, que ficou com a prata.

“Eu estava puxando, puxando, puxando para chegar na velocidade certa e descer rápido”, afirmou o campeão. Ele ainda comentou a importância de ajustar sua performance entre as duas descidas, pois a qualidade da neve muda conforme o andamento da prova.

Lucas explicou que sua força vem do que sente por dentro, esquiando com o coração. Além disso, ressaltou que a aparência ou a origem não são barreiras para alcançar o sucesso no esporte.

O esquiador brasileiro também falou sobre sua decisão de deixar a Noruega por discordâncias com a federação local, enfatizando que se mantém fiel à sua identidade ao competir pelo Brasil. “A única coisa que importa é que eu continuo sendo quem eu sou”, afirmou.

Este momento marca um passo relevante para o esporte nacional, abrindo espaço para que jovens atletas se motivem a sonhar mais alto nas modalidades de inverno.

Via Tribuna Online

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