A polícia de Santo Antônio do Pinhal, interior de São Paulo, prendeu uma servidora pública acusada de desviar R$ 6 milhões dos cofres municipais. Parte do dinheiro foi usada para apostas online, conforme investigação. A servidora tem dez anos de serviço e foi presa em flagrante com prisão preventiva decretada.
O caso foi descoberto após o gabinete do prefeito identificar irregularidades nos controles da prefeitura. A Polícia Civil iniciou um inquérito, conseguindo bloquear judicialmente R$ 800 mil para tentar recuperar o montante. A servidora usava transferências para dificultar o rastreamento do dinheiro.
Este montante representa cerca de 10% do orçamento da cidade, que possui cerca de 8 mil habitantes na Serra da Mantiqueira. A prefeitura informou que está reforçando os mecanismos de controle e afirmou que o caso não reflete conduta dos demais servidores públicos.
A Polícia de Santo Antônio do Pinhal, em São Paulo, prendeu uma servidora pública municipal suspeita de desviar R$ 6 milhões. A investigação apontou que parte do valor foi usada em apostas online, conhecidas como bets. Com dez anos de serviço e salário de R$ 2 mil, a servidora foi indiciada por peculato e está sob prisão preventiva.
O caso veio à tona após o gabinete do prefeito Anderson Parrão detectar irregularidades nas rotinas de controle. A Prefeitura comunicou a Polícia Civil, que iniciou o inquérito. Até agora, R$ 800 mil foram bloqueados judicialmente para tentar recuperar parte dos recursos desviados.
Segundo a apuração, a servidora movimentava o dinheiro entre diversas contas para dificultar o rastreamento, antes de retornar a uma conta pessoal. O montante representa cerca de 10% do orçamento da cidade, que tem cerca de oito mil habitantes na Serra da Mantiqueira.
A administração municipal informou que a detecção das irregularidades ocorreu através dos seus mecanismos internos de controle, que seguem sendo fortalecidos. Segundo a prefeitura, o episódio não reflete a conduta dos demais servidores públicos.
Além da prisão, a servidora responderá a processos criminais e administrativos. A Polícia Civil não descarta a possibilidade de outras pessoas envolvidas no esquema.
Via Folha Vitória