A artista e pesquisadora Endi lança a websérie “Sou um corpo que dança”, que apresenta a cena da dança em Vitória diretamente pelos artistas locais. A produção combina videodança e depoimentos, registrando trajetórias significativas para o panorama cultural da capital capixaba.
Com visão monocular, Endi explora temas como corpo, política, dissidências e espiritualidade na dança contemporânea. A série também aborda acessibilidade, oferecendo legendas e audiodescrição para ampliar o acesso de pessoas com deficiência.
Além da websérie, Endi desenvolve outros projetos culturais financiados pelo Funcultura, com destaque para o espetáculo “Célula” e o curta “\.zero”. A iniciativa reforça a representatividade e diversidade na cena artística do Espírito Santo.
A artista multimídia e pesquisadora em dança Endi lançou o terceiro episódio da websérie documental Sou um corpo que dança, projeto que registra a cena de dança em Vitória a partir da visão dos próprios artistas locais. Disponíveis no canal do YouTube @ocito.o, os episódios combinam videodança e depoimentos para mostrar a trajetória dos profissionais que atuam na capital capixaba.
Endi, que tem visão monocular, constrói sua produção artística explorando o corpo como território político e simbólico. Desde 2016, suas pesquisas abordam o movimento dialogando com temas como dissidências e espiritualidade, refletindo sobre as tensões entre opressão e liberdade no campo da dança contemporânea.
A série, dirigida por Endi junto com Marcus Supeleto, apresenta artistas com mais de 20 anos de atuação, reunindo histórias e identidades que formam a dança do Espírito Santo. Até o momento, os episódios com Gil Mendes e Ivna Messina estão disponíveis, e Lalau Martins estreia no último episódio lançado em 15 de janeiro.
O olhar de Endi também traz para o projeto um debate importante sobre acessibilidade e diversidade. Os vídeos dispõem de legendas e audiodescrição, ampliando o acesso para pessoas com deficiência.
Além da websérie, Endi trabalha em outros projetos culturais, incluindo o espetáculo “Célula”, com estreia prevista para 2026, e o curta-metragem .zero, em pós-produção. Todas as iniciativas são financiadas pelo Funcultura, da Secretaria da Cultura do Espírito Santo.
Via VIXFeed Notícias