Em 17 de fevereiro de 2026, ocorrerá um eclipse solar anular, conhecido como “Anel de Fogo”. Esse fenômeno acontece quando a Lua não cobre totalmente o Sol, formando um contorno luminoso ao redor da sombra lunar.
No entanto, o Brasil não estará na faixa de visibilidade total desse eclipse em 2026, que passará principalmente por áreas remotas e a Antártica. Apenas uma pequena parte da população mundial poderá vê-lo parcialmente.
Para os brasileiros, a expectativa é para 2027, quando o Anel de Fogo deverá cruzar parte do Sul do país. Enquanto isso, recomenda-se acompanhar o evento por transmissões ao vivo e preparar equipamentos adequados para a observação segura.
Em 2026, quatro eclipses marcarão o calendário astronômico, sendo dois solares e dois lunares. O primeiro evento será um eclipse solar anular, agendado para 17 de fevereiro. Diferente do eclipse total, nesse tipo, a Lua está mais afastada da Terra e não encobre totalmente o Sol. O resultado é o Anel de Fogo, um contorno brilhante do Sol ao redor da sombra lunar.
Embora o fenômeno ocorra em fevereiro, o Brasil ficará de fora da faixa de visibilidade total. A zona onde o anel perfeito aparecerá passa por áreas remotas, sendo o ponto máximo sobre a Antártica. Isso fará com que os animais locais, como pinguins e focas, sejam os principais “espectadores” do evento.
Para a humanidade, a mostra será parcial: cerca de 2,17% da população mundial poderá acompanhar pelo menos parte do eclipse solar. Aproximadamente 63 milhões de pessoas em regiões do sul da África e da América do Sul terão essa oportunidade. No Brasil, a recomendação é acompanhar as transmissões ao vivo, já que o eclipse solar anular pode ser visto no Brasil apenas em edições futuras, como no Carnaval de 2027, quando o fenômeno cruzará o Sul do país, com algumas cidades na faixa do anel dourado.
Portanto, os entusiastas da astronomia devem ficar atentos para a chegada do Anel de Fogo em território brasileiro no próximo ano, preparando equipamentos e óculos especiais para o evento.
Via Olhar Digital