Flávio Bolsonaro recorre ao TSE contra desfile que homenageou Lula no Carnaval do Rio

Flávio Bolsonaro entra com ação no TSE contra desfile de escola de samba que homenageou Lula no Carnaval do Rio e acusa propaganda eleitoral antecipada.
16/02/2026 às 19:21 | Atualizado há 4 horas
               
Senador Flávio Bolsonaro anuncia ação no TSE contra desfile que homenageou Lula no Carnaval. (Imagem/Reprodução: Danuzionews)

O senador Flávio Bolsonaro entrou com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula no Carnaval do Rio de Janeiro. Ele acusa o evento de conter propaganda eleitoral antecipada e uso indevido de recursos públicos para ataques contra ele e sua família.

O episódio gerou debates sobre os limites entre manifestação cultural e propaganda política, principalmente por ocorrer em ano eleitoral. O Partido Novo também pretende questionar o desfile, solicitando a inelegibilidade do presidente.

Autoridades eleitorais e defensores da arte defendem a liberdade cultural, alertando contra censura. O caso destaca a tensão entre política e manifestações culturais em períodos eleitorais no Brasil.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, decidiu entrar com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Carnaval do Rio de Janeiro, realizado no domingo (15/2). Flávio classificou o ato como “crimes do PT na Sapucaí” e acusa a apresentação de propaganda eleitoral antecipada.

Nas redes sociais, ele alegou que a escola usou recursos públicos para ataques pessoais contra ele, o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus familiares. O episódio gerou repercussão por ocorrer em ano eleitoral, motivando críticas à possível utilização do Carnaval para fins políticos.

Além de Flávio Bolsonaro, o Partido Novo também pretende questionar o desfile no TSE, inclusive solicitando a inelegibilidade do atual presidente pelas manifestações políticas durante a apresentação. O caso levantou discussões sobre os limites entre manifestação cultural e propaganda eleitoral.

Defensores da liberdade artística das escolas de samba afirmam que tais eventos fazem parte da cultura e não devem ser censurados. Autoridades eleitorais já negaram pedidos para impedir desfiles com temáticas políticas, alegando que isso configuraria censura e restrição da livre expressão cultural.

A movimentação judicial reforça o debate sobre como manifestações culturais podem interagir com o processo eleitoral, especialmente em momentos de alta polarização politica no país.

Via Danuzio News

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.